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segunda-feira, 12 de março de 2012

Só porque sou uma pessoa de datas...

Três anos. Faz três anos hoje que nos conhecemos.
E hoje olho para trás e não sería capaz de trocar esse dia de 2009 (e os outros que se seguiram por muito espaçados que por vezes me pareçam e sejam) por nada. Nem por um título de campeão nacional do Benfica.**

E em Outubro de 2011, com uma pizza e um jarro de sangria à frente, disseste: "quando "fizermos" 3 anos, peço-te em casamento". Na altura ri-me, agora digo-te: be careful what you say, a girl remembers everything. ;)

só para que conste: já escrevi sobre isto em 2010 e em 2011. não sei se escreverei em 2013, mas dou-me por contente se a 12 de Abril de 2012 der por mim a pensar "olha, 3 anos e um mês", porque a vida é para ser vivida dia-a-dia.

** vindo de mim, é a melhor "declaração" de sempre. é ou não é?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Nem sei o que diga.

É que não sei mesmo. As pessoas... sempre a surpreenderem-me. Agora tentem pela positiva porque pela negativa já não causa o impacto esperado.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Gosto de ti como quem finta o futuro.

Não sei como será o futuro, mas sei que gosto muito que tenhas voltado ao meu presente.

E tenho pena de não conseguir escrever/falar sobre isto em condições.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

E só para terminar com esta saga...

E quem estava à espera de me ver a pôr aqui e noutro lado o "never mind I'll find someone like you" da Adele... desengane-se. Eu estou mais a favor de um "fuck you, I won't do what you tell me"!




sábado, 10 de dezembro de 2011

No fundo, o que mais me assusta não são os meus pensamentos cheios de irritação, de neura, de saudade, de impaciência. Por mais melodramáticos e exagerados que estes sejam, o que me assusta mesmo é deixar de os ter, que o cansaço vença a vontade e que a indiferença nasça em mim e se sobreponha a tudo o resto. Porque aí sim, ía sentir-me tristemente vazia. E verdadeiramente sozinha.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Em modo Alcina Lameiras...

... que é como quem diz, não neguei à partida uma ciência que desconhecia.
E ainda bem. Porque me senti feliz. ;) Gosto de ti.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Olha nós... *

"the best relationship is when you two can act like lovers and best friends. it’s when you have more playful moments than serious moments. it’s when you can joke around, let each other have piggy backs, have unexpected hugs and random kisses. it’s when you two give each other that specific stare and just smile. it’s when you’ll rather chill inside to watch movies, eat junk food and cuddle than go out all the time. it’s when you’ll stay up all night just to settle your arguments and problems. it’s when you can completely act yourself and they can still love you for who you are."


* e é bom, muito bom. [mesmo o que às vezes é mau... é bom]

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Coisas que ele diz...

... sem pensar, de certeza.

1. "Podíamos levar só uma mala"; (é. e eu deixava cá metade do que me faz falta e tu carregavas com aquilo o tempo todo)
2. "Quando fizermos 3 anos, peço-te em casamento"; (estas-te a arriscar a que eu te lembre disso na altura)
3. "Se estivesse na casa dos segredos também não me aguentava, contigo ali ao lado..." (ah espera, estavamos lá os dois. assim a conversa é outra.)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

...

"Tu...que achas que mais vale um sms na mão que duas amigas a voar..."

in anúncio de uma operadora móvel que não fixei o nome


É. Podia fazer um texto muito composto sobre isto. Mas não vale a pena. Nesta altura do campeonato não vale a pena. Não há derbies, não há jogos grandes.  Afinal de contas, é apenas um clube de topo a treinar contra um clube de bairro que nem no Inatel tem lugar. Não dá pica. E além disso nem tu és um troféu nem eu dou azo a haver supresas no fim do tempo regulamentar, ao jeito de taça de Portugal. Não vou a jogo com os suplentes ou com a equipa B. É sempre na máxima força. E não, não tenho por hábito minimizar nenhuma entidade por muitos que sejam conhecidos os escalões que nos separam. Simplesmente não estou em competição. Mais que não seja porque para competir num justo e disputado "jogo pelo jogo" é preciso ter adversários à altura. E eu não os tenho. Eu sei disso e tu também. So, let's go living happily "ever after". no bullshit. please.

sábado, 17 de setembro de 2011

Uma palavra que me defina agora

F R A C A. e cheirosa também vá.

Vá lá ver se te despachas mas é... antes q a farpela se amarrote! Ou quee eu me arrependa.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Das fábulas para vida real...

Sabes a fábula da Cigarra e da Formiga? Eu conto. E tu tiras conclusões.

Tendo a cigarra cantado durante o verão, apavorou-se com o frio da próxima estação, sem mosca ou verme para se alimentar. Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha, pedindo-lhe alguns grãos para aguentar até vir uma época mais quentinha!

- "Eu lhe pagarei", disse ela, antes do próximo verão, palavra de animal, os juros e também o capital."

A formiga que não é parva nenhuma não gosta de se sentir para trás emprestar, é esse um de seus defeitos, perguntou-lhe com certa esperteza.
- "O que você fazia no calor de outrora?" -
- "Noite e dia, eu cantava no meu posto, sem querer dar-lhe desgosto.", respondeu a cigarra armada em galã.
- "Você cantava? Que beleza! Pois, então, dance agora!". 




terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vale a pena pensar(es) nisto... #1

Não te sentes à sombra da palmeira... [a não ser que eu esteja lá sentada e aí fazes-me companhia]



quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A vida devia ter muitos mais momentos assim.


Tu sais daqui feliz. Eu fico aqui feliz. Apesar de odiar ver-te a ir embora e de amanhã já sentir saudades.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Das novelas para a vida real...

"...devem ser amigos coloridos, daqueles que se encontram a torto e a direito"

[ora aqui está uma bela definição de "colorido"]

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Há uma diferença muito grande entre ser cabra e ser rameira.

Nem vale a pena grandes justificações. Mas para quem não perceber, é ver isto e mais isto.

sábado, 7 de maio de 2011

Chamem-me o que quiserem, mas estou cada vez mais convencida que aquilo do "wish upon a star" resulta mesmo.

JURO!
Isso e confiarmos na nossa intuição, no nosso sexto sentido, naquilo que achamos que vai acontecer, whatever. E em nós. E nas nossas armas.

sexta,16 horas: ele não vem, é que nem diz nada o parvo, fdx. 
sexta, 20 horas: humm, tenho cá para mim que quase que aposto que vem.
sexta, 21 horas: banho tomado, cremes aplicados, pijama vestido, rabo alapado no sofá, coração dividido entre a certeza da "aposta" e a dúvida da própria certeza.
sexta, 22 horas: "não ha estrelas no céu, hoje nem elas me podem acudir".
sexta, meia noite: chove copiosamente, fechar portada da janela, olhar para o céu, ver uma estrela meio perdida entre as abertas das nuvens, pedir desejo com convicção.
sábado, 2 horas: deitar não deitar, cama ou sofá, sofá e tv, ficar de pestana aberta à custa do Hospital Central no AXN a ver se morriam ou nao.
sábado, 3 horas: telemóvel a brilhar no escuro, sms recebida, "como tu nunca vi, gostei da tua sms da tarde, bom fds, bjo", evitar responder um "o que tu queres sei eu" e ficar-me por um "gostaste? ainda bem! queres mais?", ler um "só cheguei agora a Lisboa, estou a 5 minutos daí", respirar fundo, sorrir, substituir o pijama fofinho e sem sal por outra farpela, ajeitar o cabelo ao espelho, umas borrifadelas de perfume, abrir a porta, sem hipotese de conversas, os beijos e os abraços apenas intervalados por uns sussurrados "estás boa? como foi a tua semana? estou, foi normal e a tua? cheiras tão bem"...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A tua sorte, o meu problema... ou something in between. *

Quanto mais conheço os outros, mais percebo porque continuo a gostar de ti.  
E mais tenho a certeza que prefiro beber imperiais contigo numa roulote qualquer a apanhar com o cheiro da bifana do que beber gins com outro à beira mar e a levar com o cheiro de um perfume qualquer posto em excesso e com conversas parvas e presunçosas, que só me fazem remeter ao silêncio.
As nossas conversas nunca são parvas. Algumas vezes são tontinhas, mas nunca são parvas. São nossas. E é por isso...

*deixemo-nos de merdices: não é tua ou a minha sorte. é a nossa sorte.

Diálogos, monólogos, deitar cá para fora...

Desde que vivo sozinha ganhei o hábito de falar "sozinha". Literalmente. Ou melhor, comigo própria. Falo de mim para mim, muitas vezes em palavras mudas, que servem como reflexão. Do tipo "ai. A., mas tu não aprendes miúda? Não achas que isto ou aquilo...?". De quando em vez, sobe por mim acima uma revolta e as palavras, outrora ditas em silêncio, ganham voz e nervo. Nesta fase o uso de caralhadas é recorrente. (vide exemplos noutros posts cheios de conteúdo)
Eu não acho isto estranho. Acho até que a maioria das pessoas "fala sozinha". 
Há um tempo atrás, a propósito de qualquer coisa, comentei isto com ele. Ao que ele se riu, abanou a cabeça e revirou os olhos ao melhor estilo "miúda, és completamente chanfrada, mas é por isso que...". O que ele não sabe é que de vez em quando também tenho "diálogos/monólogos" com ele. Que podem passar pela meiguice extrema de um "aiii, gosto tanto do teu cheiro" enquanto estou de nariz enfiado em qualquer peça de roupa que passou por ele. Ou por um " BC BC, tu não me irrites que um dia destes nem sei o que te faça. ou melhor, saber sei e tu também sabes" quando olho para o telemóvel e o dito se encontra num estado de estagnação de meter dó. Obviamente que esta última frase já é dita em voz alta e com um "foda-se" bem aviado. E depois, logo de seguida, respiro fundo, sorrio e penso "a tua sorte B., sabes bem qual é". [sim, hoje já passei pelos 3 estados e ainda são 4 da tarde.]