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segunda-feira, 2 de abril de 2012

...e eu subscrevo tudo.

"You can have the guts and the courtesy to tell a woman to her face that you no longer want to see her. Call me crazy, but I think you can make a point of ending your relationship in a manner that does not include an email, a doorman or a missing persons report. I think you could all get over your fear of looking like the bad guy and actually have the uncomfortable break-up conversation because here's what avoiding that is what makes you the bad guy. And just so you know...  Most women aren't angry, irrational psychos. We just want an ending to a relationship that is thoughtful and decent and honors what we had together".
by Carrie, SATC


quinta-feira, 22 de março de 2012

Há músicas que nos fazem sempre lembrar alguém...

Cada vez que vejo o anúncio ao Copacabana vol. II na Tv, com a Bethânia a cantar "eu sei que tenho um jeito meio estúpido de ser"... lembro-me de ti. Só por esta frase. (ainda não me deu curiosidade de ir googlar o resto, a ver se a minha lembrança muda)

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O natural tería sido ficar triste...

Mas não. Nem uma gota de tristeza por aqui. E porquê?
Primeiro, porque, com tantas coisas más no Mundo, isto não é um bom motivo para ficar triste, nem sentida, nem magoada.  
E segundo, porque estou tãooooooooo lixada, com muitos F em caps lock e a bold, que nem espaço tenho para a tristeza.

...

Há coisas que eu de facto não mereço ouvir. Se calhar nem é tanto pelas palavras proferidas mas sim pelo tom de voz com que são ditas. Por isso, há duas opções, com um denominador comum... o keep calm.

 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Vou-me conter.

Se eu agora escrevesse um post, 90% do mesmo era constituido por "fod#-se", "c#r#lho", "put# que pariu esta merda toda".

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Quem te avisa tua amiga é...

E eu avisei. Sabes bem que avisei. Por uma, duas, cinquenta vezes. Directamente. Subtilmente. Por meias palavras. Por frases inteiras. Com um sorriso. Com uma lágrima. A brincar. A sério. Eu avisei-te. 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Diálogos, monólogos, deitar cá para fora...

Desde que vivo sozinha ganhei o hábito de falar "sozinha". Literalmente. Ou melhor, comigo própria. Falo de mim para mim, muitas vezes em palavras mudas, que servem como reflexão. Do tipo "ai. A., mas tu não aprendes miúda? Não achas que isto ou aquilo...?". De quando em vez, sobe por mim acima uma revolta e as palavras, outrora ditas em silêncio, ganham voz e nervo. Nesta fase o uso de caralhadas é recorrente. (vide exemplos noutros posts cheios de conteúdo)
Eu não acho isto estranho. Acho até que a maioria das pessoas "fala sozinha". 
Há um tempo atrás, a propósito de qualquer coisa, comentei isto com ele. Ao que ele se riu, abanou a cabeça e revirou os olhos ao melhor estilo "miúda, és completamente chanfrada, mas é por isso que...". O que ele não sabe é que de vez em quando também tenho "diálogos/monólogos" com ele. Que podem passar pela meiguice extrema de um "aiii, gosto tanto do teu cheiro" enquanto estou de nariz enfiado em qualquer peça de roupa que passou por ele. Ou por um " BC BC, tu não me irrites que um dia destes nem sei o que te faça. ou melhor, saber sei e tu também sabes" quando olho para o telemóvel e o dito se encontra num estado de estagnação de meter dó. Obviamente que esta última frase já é dita em voz alta e com um "foda-se" bem aviado. E depois, logo de seguida, respiro fundo, sorrio e penso "a tua sorte B., sabes bem qual é". [sim, hoje já passei pelos 3 estados e ainda são 4 da tarde.]

quarta-feira, 23 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

Sim, fui lá...

E acredito que ainda seja possível mudar o que está mal. Mudar tudo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Do jogo...

Gosto do jogo pelo jogo. De entradas a pés juntos que não magoam. De jogadas de contra ataque. De remates de fora da área. De jogar o jogo a toda a largura do campo. Gosto do jogo corrido, sem tempo perdido em ronhas e fitas fingidas. De jogadas ao primeiro passe, o tal em que mais parece que a bola queima nos pés. Gosto de golos marcados com arte e engenho, depois de fintas e dribles aos adversários. Gosto quando se trata o adversário com respeito. Não gosto que se dê o jogo por ganho quando ainda se está no início da segunda parte. Não gosto de avançados que, apesar da sua mobilidade, acham que lhes basta ficarem "à mama", tipo estátuas no meio campo adversário, à espera que a bola lhe caía aos pés para marcarem golo. Até porque quando jogam "contra" uma grande equipa, que tenha uma defesa bem estruturada e rápida, as probabilidades de ficarem em fora de jogo são bem maiores.

Infelizmente ainda são precisos dois para jogar um bom jogo. E se eu quiser estruturo tão bem a minha defesa que te meto fora do jogo num instantinho. Ou isso, ou um cartão vermelho. A derrota por falta de comparência tenho para mim que já ninguém ta tira.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Em que estou a pensar?

E no não dito, está tudo mais que dito...*

Nunca a frase "areia demais para a tua camioneta" me fez tanto sentido. É acrescentar um "sou" logo ao início e fica perfeita.

* dizem os Clã que "há palavras que custam a sair". A ti, pelos vistos, estão a  custar todas. Logo a ti, que nem és nada preso de língua. Não percebo. Não te percebo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Mas será que é assim tão dificil de compreender?

O Mundo, além de fodido, também é muito pequeno. Já passou de bidé a tremoço e agora é um átomo. Tão pequenino.
Infelizmente, e por muito que eu o diga e o escreva, há pessoas que ainda não perceberam isso. Vamos lá, one more time. Possível definição de "pequeno": tudo se sabe. E olha que eu não faço nada, não arranjo maneira de saber nada, não pergunto nada e mesmo assim... ai, cresce rapaz, cresce. (agora o "e aparece" ficava aqui bem, mas não me apetece ir por esse caminho)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Do almoço...

Decidi comer puré.
Lembrei-me de ti enquanto o estava a fazer.  
O meu puré ficou melhor que o teu.
Almocei rápido, a ver se me saías da cabeça.
Fiquei mal disposta.  

Culpa tua. Porque a almoços e baptizados só vão os convidados. Convidei-te? Não. Então, não tinhas que aparecer.  

domingo, 19 de setembro de 2010

... (take 2)

E também estou triste comigo. Não é bem triste, é esquisita. E com receio de ter sido precipitada [olha o aligeirar da situação: se não fosse assim nem era eu e não tinha gracinha nenhuma, não achas??]. E com mais receio ainda de não ter sido precipitada e de ter toda a razão... ou só alguma, vá. E com medo do que aí vem e do que ele me possa dizer [sim, tu... e aviso já que não estou para raspanetes ou moralismos]. E triste.
E F#d$-se, c$%&#"o e o raio que parta mais a isto tudo.

E agora vou ali ao Estádio da Luz respirar fundo. Não é o melhor sítio nem o melhor dos jogos para se ter calma, mas é o que se arranja.

E se leres isto... respira fundo também. Várias vezes.

...

Fiquei triste contigo. Não chateada, muito menos zangada. Apenas triste. E desiludida. Porque me conheces como ninguém e devias saber que a mentira é das coisas que mais me afecta. E se nada me deves, para quê isto? Para as portas continuarem abertas ao sabor do tempo e do querer?
Nunca te menti. Nem omiti. Nem quando o podia ter feito. E talvez por isso hoje não seja tão feliz como podería ser. Não o fiz porque gostava de ti. E de nós. Sem máscaras. Tão nós.
Estou triste contigo. Sem dramas, sem lágrimas, sem fúrias, sem mau feitio. Apenas triste.
Estou triste contigo e tu sabes disso. E sabes também que eu continuo a ser eu. Contigo. E que gosto de ti. Muito.

Segunda lição...

Depois desta primeira lição, aqui vem a segunda.

Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo.



Está decorado? Não? Pois, logo vi que não. Mais uma vez então: Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Aprende que eu não duro sempre.

 

sábado, 11 de setembro de 2010

Primeira lição...

Entretanto, enquanto vou e volto... e como a escola está quase a começar, deixo a primeira lição com base no tema "quem não deve, não teme". Simples, básica, fácil de memorizar...

Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer...nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer. Quem acha que nada deve, não tem porquê temer... nem tremer.

[temas da próxima lição: a mentira]