JURO!
Isso e confiarmos na nossa intuição, no nosso sexto sentido, naquilo que achamos que vai acontecer, whatever. E em nós. E nas nossas armas.
sexta,16 horas: ele não vem, é que nem diz nada o parvo, fdx.
sexta, 20 horas: humm, tenho cá para mim que quase que aposto que vem.
sexta, 21 horas: banho tomado, cremes aplicados, pijama vestido, rabo alapado no sofá, coração dividido entre a certeza da "aposta" e a dúvida da própria certeza.
sexta, 22 horas: "não ha estrelas no céu, hoje nem elas me podem acudir".
sexta, meia noite: chove copiosamente, fechar portada da janela, olhar para o céu, ver uma estrela meio perdida entre as abertas das nuvens, pedir desejo com convicção.
sábado, 2 horas: deitar não deitar, cama ou sofá, sofá e tv, ficar de pestana aberta à custa do Hospital Central no AXN a ver se morriam ou nao.
sábado, 3 horas: telemóvel a brilhar no escuro, sms recebida, "como tu nunca vi, gostei da tua sms da tarde, bom fds, bjo", evitar responder um "o que tu queres sei eu" e ficar-me por um "gostaste? ainda bem! queres mais?", ler um "só cheguei agora a Lisboa, estou a 5 minutos daí", respirar fundo, sorrir, substituir o pijama fofinho e sem sal por outra farpela, ajeitar o cabelo ao espelho, umas borrifadelas de perfume, abrir a porta, sem hipotese de conversas, os beijos e os abraços apenas intervalados por uns sussurrados "estás boa? como foi a tua semana? estou, foi normal e a tua? cheiras tão bem"...
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sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
7h30 da manhã, feriado, e já te levantaste A.?
Não, ainda não dormi sequer.
Bom, tão bom. Valeu a pena a espera. Já vai sendo um hábito, as nossas Páscoas nunca serem muito católicas.
Bom, tão bom. Valeu a pena a espera. Já vai sendo um hábito, as nossas Páscoas nunca serem muito católicas.
(e agora, é acabar de fazer a mala e por-me a andar para a terra... se eu me deito, ai se eu me deito...)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O Benfica perdeu...
... mas eu ganhei. Grande dia. Óptima noite. Podia ter sido melhor com outro resultado, claro. Mas se todas as derrotas do Benfica tivessem este sabor... eram bem mais fáceis de digerir. [e parabéns ao FCP campeão]
Na alegria e na tristeza...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Sempre fui boa com previsões...*
Ainda há domingos bons. Hoje foi sem dúvida um deles. Sol, praia, amigos, vitória difícil... e, inesperadamente, ele. Para ser perfeito faltou pouco.
*E eu não disse que ía chegar ao fim do dia cansada?
*E eu não disse que ía chegar ao fim do dia cansada?
Não há melhor exercicio que este.
Para o corpo e para a alma.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O universo nunca me falha... *
As tais "bad ideas on my mind" concretizaram-se. I think I need to be careful what I wish for. Ou não...
A minha dor de cabeça desapareceu. Estou-me a rir com os olhos. Já não está tanto frio. E do Grinch que habita em mim já só resta metade.
* o universo não me falhou, mas vocês caramba pá, que desconsolo... nem uma sugestãozita. Nadinha.
A minha dor de cabeça desapareceu. Estou-me a rir com os olhos. Já não está tanto frio. E do Grinch que habita em mim já só resta metade.
* o universo não me falhou, mas vocês caramba pá, que desconsolo... nem uma sugestãozita. Nadinha.
domingo, 12 de dezembro de 2010
É tudo por agora.
;) true.
5h30 da manhã: os pássaros já cantam lá fora, como que a anunciar um bom dia. eu sem sono, mas cansada e de sorriso na cara. e a minha vizinha de cima possivelmente a preparar os chinelos de salto alto ou o aspirador para proceder à vingança madrugadora contra a minha pessoa. [barulho? mas que barulho?quem nós? naaa. <3]
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O Novembro começou bem...é bom que continue assim.
Não basta tocar o telemóvel, também tinha de tocar a campainha.
É o 8 ou o 80. É o elevador na sub-cave ou no topo de um prédio de 20 andares. É chover ou fazer sol. É o silêncio absoluto ou a conversa sem fim. É ir de um extremo ao outro num piscar de olhos.
Hoje foi o 80. Amanhã não volto ao 8. Juro.
É o 8 ou o 80. É o elevador na sub-cave ou no topo de um prédio de 20 andares. É chover ou fazer sol. É o silêncio absoluto ou a conversa sem fim. É ir de um extremo ao outro num piscar de olhos.
Hoje foi o 80. Amanhã não volto ao 8. Juro.
domingo, 31 de outubro de 2010
Mudança da hora...
Mais 60 minutos de oportunidades que a vida nos dá para sermos felizes. É de aproveitar...
sábado, 16 de outubro de 2010
Ele diz... eu sorrio.
eu: B., tive uma ideia: se passares 2 meses a mandar-me sms lamechas de meia em meia hora, a ligar-me 30 vezes por dia, a seres uma melga... se calhar assim, tirava-te da minha vida.
ele: não tiravas nada.
E é por isto que eu gosto tanto dele. É por toda aquela certeza com que ele diz as coisas, mesmo que a vida seja incerta. E é por ele as dizer também com os olhos.
[mas B., lá por eu dizer que se me enchesses de sms e chamadas saías da minha vida, não quer dizer que se não me ligares nadinha permaneças por cá eternamente. Não quero um 80, mas também não há necessidade de um 8. Sim, porque há alturas em que eu gosto do meio termo.]
ele: não tiravas nada.
E é por isto que eu gosto tanto dele. É por toda aquela certeza com que ele diz as coisas, mesmo que a vida seja incerta. E é por ele as dizer também com os olhos.
[mas B., lá por eu dizer que se me enchesses de sms e chamadas saías da minha vida, não quer dizer que se não me ligares nadinha permaneças por cá eternamente. Não quero um 80, mas também não há necessidade de um 8. Sim, porque há alturas em que eu gosto do meio termo.]
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Hoje está a ser um dia bom...
Já ri, já chorei, já beijei, já abracei... já fui tão feliz hoje.
E vou continuar a ser feliz até tu voltares outra vez... [Mesmo sem ti aqui ao meu lado, prometo.]
E vou continuar a ser feliz até tu voltares outra vez... [Mesmo sem ti aqui ao meu lado, prometo.]
A parede, hoje, encontra-se em stand by...
Sim, o meu telemóvel mexeu-se... e eu sorri e ainda não consigo ficar indiferente a isto. [nem quero. damn me!]. Esta história do salvamento dos mineiros amoleceu-me. Deve ser isso.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Estados d'alma...
Tonight I'm tangled in my blanket of clouds
Dreaming aloud
Things just won't do without you, matter of fact
Oh oh ohh, I'm on your back
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Aqui vai: tu disseste publica e eu... sou bem mandada... às vezes.
Está na hora de sair da gaveta um post que foi escrito há algum tempo... com os devidos acrescentos que a vida foi proporcionando. Afinal de contas, lá vão quase 2 anos.
Eu e o B....
Eu e o B. temos uma história invulgar. Travamos conhecimento na net à custa da actual namorada do meu ex. How weird is that?
Começamos a falar. Ficávamos horas naquilo, entre conversas sérias e risos sem fim. Por fim, e passado pouco tempo, lá nos conhecemos. Encontro marcado numas bombas de gasolina (fatídicas bombas, como ele lhe chama), café longo na marina, fim de noite numa roulote entre cachorros e gargalhadas. Foi o nosso primeiro amanhecer juntos. No dia a seguir jantamos num shopping (jantou ele, porque eu tive medo de me babar com a massa), mais um café e um até amanhã. Mas não foi "até amanhã". Foi até 4 ou 5 depois quando eu ganhei coragem de lhe mandar uma msg. E nessa noite caí literalmente aos pés dele. Sim, era a terceira vez que nos víamos e eu escorreguei e escarrapachei-me no chão. E foi quando ele me estendeu a mão a rir-se a bandeiras despregadas e me disse "miúda, eu avisei-te que ías caír aos meus pés. só não pensei que fosse tão cedo" que eu percebi que era um homem assim que eu queria na minha vida. Que se ri-se de mim sem gozar, que dissesse tudo o que lhe passava pela cabeça, que não tivesse "medo" do seu sentido de humor e o usásse a um ritmo alucinante.
E a partir dessa noite... nada foi a mesma coisa. Eu voltei a ser eu. Depois de 10 anos de namoro e 6 meses de "luto"... voltei a ser a pessoa que era e que andava meia desaparecida. Ele trouxe-me de volta o melhor de mim. Passámos tempos fabulosos. Sempre falamos muito, sempre nos rimos muito, sempre partilhamos silêncios que diziam tudo, fomos partindo à descoberta um do outro. Eu com mais reservas que ele, porque o medo de ele perceber que eu estava deliciada era grande. Talvez por isso, tenha dito coisas que não devia acerca de pessoas que não eram assim tão importantes para mim como eu quis fazer parecer. Talvez por isso tenha deixado de dizer o que realmente era importante. E depois de 3 meses absolutamente fenomenais de doideira, paixão e cumplicidade... foi ele quem teve medo. Medo do que eu tinha dito antes. Receio de gostar mais do que era "gostado". E de repente acabou. E eu sofri como não tinha sofrido com a partida do meu ex, o tal de 10 anos. E chorei muito. E senti-me a pessoa mais só do Universo. O tal que insistia em dár-me coisas boas para depois mas tirar... "ah estás a ser feliz como nunca foste? Então toma lá uma patada para não seres burra!". Independentemente do que estava a sofrer não lhe conseguia querer mal. E foi num misto de alegria e tristeza profunda que encarei a ida dele para outra cidade por motivos de trabalho. Fiquei feliz por ele porque era uma grande oportunidade de crescimento profissional. Fiquei de rastos por mim porque assumi que assim é que nunca havería volta a dar ao texto. Era um "já foste!".
Mas fomos mantendo o contacto, fomos ouvindo as histórias de cada um, passamos por um grande aperto... tudo pelo telefone. Três meses depois, reencontramo-nos ao vivo e a cores. E a certeza que mais ninguém tinha mexido comigo como ele o fez tornou-se mais forte. E voltaram os encontros, sempre especiais, sempre tão nossos. Escassos, e de duração limitada porque a distância de 300kms assim impunha. Nunca rotulamos isto. Era uma espécie de "não-relação", onde sabíamos que a qualquer momento tudo podería ficar por ali. E voltou a ficar quando subitamente apareceu uma pessoa na vida dele que podería ser a "tal". Voltei a sofrer, voltamo-nos a afastar. Dessa vez com contactos muito reduzidos. Tinha de ser. Mas havia alguma coisa que me dizia que não era o fim. E não foi, porque afinal não era a tal. E ele voltou uns tempos depois. E voltou com tudo. E eu adorei que ele voltásse. Porque é sempre mais o que nos une que aquilo que nos separa.
E quando me diz que não se sente com ninguém como se sente comigo... eu acredito. E quando me diz que não consegue ser com mais ninguém aquilo que é comigo... eu acredito. E quando me diz que só comigo consegue ser ele próprio... eu acredito. E quando me diz que muitas vezes chega a casa e sente falta dos momentos que só consegue ter comigo... eu acredito. E quando me diz que quer uma pessoa como eu na vida dele... eu acredito. E quando me diz que se estivesse em Lisboa nós tinhamos uma relação maravilhosa, apesar do meu mau feito... eu acredito. E acredito porque sinto exactamente o mesmo.
E quando me pergunta porque é que a vida tem de ser assim... eu sorrio, encolho os ombros e digo-lhe "a vida é o que fazemos com ela". E quando me pergunta se é o homem da minha vida... eu digo que tem todas as características para o ser. E digo-lhe porque não tenho dúvidas disso.
E ele ouve e sorri.
Agora aqui para nós, ó grande cromo, há pessoas que só têem em comum o ar que respiram... nós temos tudo. E se temos tudo, não há margem para sequer perguntar f#od@-se, mas o que é que falta mais?.
Eu e o B....
Eu e o B. temos uma história invulgar. Travamos conhecimento na net à custa da actual namorada do meu ex. How weird is that?
Começamos a falar. Ficávamos horas naquilo, entre conversas sérias e risos sem fim. Por fim, e passado pouco tempo, lá nos conhecemos. Encontro marcado numas bombas de gasolina (fatídicas bombas, como ele lhe chama), café longo na marina, fim de noite numa roulote entre cachorros e gargalhadas. Foi o nosso primeiro amanhecer juntos. No dia a seguir jantamos num shopping (jantou ele, porque eu tive medo de me babar com a massa), mais um café e um até amanhã. Mas não foi "até amanhã". Foi até 4 ou 5 depois quando eu ganhei coragem de lhe mandar uma msg. E nessa noite caí literalmente aos pés dele. Sim, era a terceira vez que nos víamos e eu escorreguei e escarrapachei-me no chão. E foi quando ele me estendeu a mão a rir-se a bandeiras despregadas e me disse "miúda, eu avisei-te que ías caír aos meus pés. só não pensei que fosse tão cedo" que eu percebi que era um homem assim que eu queria na minha vida. Que se ri-se de mim sem gozar, que dissesse tudo o que lhe passava pela cabeça, que não tivesse "medo" do seu sentido de humor e o usásse a um ritmo alucinante.
E a partir dessa noite... nada foi a mesma coisa. Eu voltei a ser eu. Depois de 10 anos de namoro e 6 meses de "luto"... voltei a ser a pessoa que era e que andava meia desaparecida. Ele trouxe-me de volta o melhor de mim. Passámos tempos fabulosos. Sempre falamos muito, sempre nos rimos muito, sempre partilhamos silêncios que diziam tudo, fomos partindo à descoberta um do outro. Eu com mais reservas que ele, porque o medo de ele perceber que eu estava deliciada era grande. Talvez por isso, tenha dito coisas que não devia acerca de pessoas que não eram assim tão importantes para mim como eu quis fazer parecer. Talvez por isso tenha deixado de dizer o que realmente era importante. E depois de 3 meses absolutamente fenomenais de doideira, paixão e cumplicidade... foi ele quem teve medo. Medo do que eu tinha dito antes. Receio de gostar mais do que era "gostado". E de repente acabou. E eu sofri como não tinha sofrido com a partida do meu ex, o tal de 10 anos. E chorei muito. E senti-me a pessoa mais só do Universo. O tal que insistia em dár-me coisas boas para depois mas tirar... "ah estás a ser feliz como nunca foste? Então toma lá uma patada para não seres burra!". Independentemente do que estava a sofrer não lhe conseguia querer mal. E foi num misto de alegria e tristeza profunda que encarei a ida dele para outra cidade por motivos de trabalho. Fiquei feliz por ele porque era uma grande oportunidade de crescimento profissional. Fiquei de rastos por mim porque assumi que assim é que nunca havería volta a dar ao texto. Era um "já foste!".
Mas fomos mantendo o contacto, fomos ouvindo as histórias de cada um, passamos por um grande aperto... tudo pelo telefone. Três meses depois, reencontramo-nos ao vivo e a cores. E a certeza que mais ninguém tinha mexido comigo como ele o fez tornou-se mais forte. E voltaram os encontros, sempre especiais, sempre tão nossos. Escassos, e de duração limitada porque a distância de 300kms assim impunha. Nunca rotulamos isto. Era uma espécie de "não-relação", onde sabíamos que a qualquer momento tudo podería ficar por ali. E voltou a ficar quando subitamente apareceu uma pessoa na vida dele que podería ser a "tal". Voltei a sofrer, voltamo-nos a afastar. Dessa vez com contactos muito reduzidos. Tinha de ser. Mas havia alguma coisa que me dizia que não era o fim. E não foi, porque afinal não era a tal. E ele voltou uns tempos depois. E voltou com tudo. E eu adorei que ele voltásse. Porque é sempre mais o que nos une que aquilo que nos separa.
E quando me diz que não se sente com ninguém como se sente comigo... eu acredito. E quando me diz que não consegue ser com mais ninguém aquilo que é comigo... eu acredito. E quando me diz que só comigo consegue ser ele próprio... eu acredito. E quando me diz que muitas vezes chega a casa e sente falta dos momentos que só consegue ter comigo... eu acredito. E quando me diz que quer uma pessoa como eu na vida dele... eu acredito. E quando me diz que se estivesse em Lisboa nós tinhamos uma relação maravilhosa, apesar do meu mau feito... eu acredito. E acredito porque sinto exactamente o mesmo.
E quando me pergunta porque é que a vida tem de ser assim... eu sorrio, encolho os ombros e digo-lhe "a vida é o que fazemos com ela". E quando me pergunta se é o homem da minha vida... eu digo que tem todas as características para o ser. E digo-lhe porque não tenho dúvidas disso.
E ele ouve e sorri.
Agora aqui para nós, ó grande cromo, há pessoas que só têem em comum o ar que respiram... nós temos tudo. E se temos tudo, não há margem para sequer perguntar f#od@-se, mas o que é que falta mais?.
Ele diz... eu sorrio.
Ou melhor, neste caso é mais: eu escrevo, ele responde... eu rio-me, volto a escrever... e acredito que ele se tenha rido.
Depois de uma conversa boa e importante...
Eu (em tom meio doce): foi muito bom. beijo
Ele (1 hora e tal depois): f#d@-se. Só cheguei agora a C.. Beijos
Eu (a pensar "romântico que só ele, that's my boy!"): só agora? Mas querem lá ver que mudaram a cidade de sítio? Não terás ido parar a Espanha?
E isto representa bem aquilo que somos: simplesmente, somos nós próprios. Bom, muito bom. E doutra maneira não tería a mesma graça.
Depois de uma conversa boa e importante...
Eu (em tom meio doce): foi muito bom. beijo
Ele (1 hora e tal depois): f#d@-se. Só cheguei agora a C.. Beijos
Eu (a pensar "romântico que só ele, that's my boy!"): só agora? Mas querem lá ver que mudaram a cidade de sítio? Não terás ido parar a Espanha?
E isto representa bem aquilo que somos: simplesmente, somos nós próprios. Bom, muito bom. E doutra maneira não tería a mesma graça.
Etiquetas:
Eu sou "muito" e tu sabes,
fazes-me falta,
sorrisos
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Estados d'alma...
Depois de uma conversa que me deixou leve como uma pena, qual é a probabilidade de entrar no carro e imediatamente começar a ouvir esta música no rádio? Muita. A probabilidade é muita. Sou eu e são as tais coincidências...
[e é neste momento que eu rezo para ele não ler isto... para lamechisse já bastou os olhos brilhantes, rasos de lágrimas em simultâneo com o sorriso... tipo a história da chuva+sol=arco-íris. Hoje estou assim, pirosinha e romântica, amanhã passa-me... prometo. ]
You're the reason I believe in love
And you're the answer to my prayers from up above
All we need is just the two of us
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Soulstorm...*
Na semana passada desisti. Nesta, por enquanto, sorrio. Pronto, 'tá certo.
*ou "não sou fácil de contentar, mas é fácil fazerem-me feliz", ou "one day you're out, the next day you're in", ou "bola prá frente, remata e marca lá o golo", ou "incorência é comigo mesmo".
*ou "não sou fácil de contentar, mas é fácil fazerem-me feliz", ou "one day you're out, the next day you're in", ou "bola prá frente, remata e marca lá o golo", ou "incorência é comigo mesmo".
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Upgrade matinal...
Continua a estar muito calor. Já não estou sob o efeito caipiroska. E acabo de ler o post que escrevi esta madrugada. Vá lá, não correu mal... podia-me ter lembrado de coisas "bem piores".
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Estados d'alma...
Don't worry about a thing,
'Cause every little thing
Gonna be all right
I won't worry!
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