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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
O problema não sou eu.
É as pessoas acharem que podem dizer tudo sem ouvirem sequer o que as outras têm a dizer. É as pessoas pensarem que podem fazer dos outros parvos a toda a hora. É as pessoas criticarem as outras com base num passado, aquele que até os juntou, sem verem o que fazem no presente. É as pessoas julgarem e acusarem os outros só porque assim parece que ficam mais leves. É as pessoas não se olharem ao espelho e verem naquilo que se tornaram. É as pessoas acreditarem que coicidências não existem, que o Mundo é enorme, que tudo se pode esconder. É as pessoas desvalorizarem a inteligência das outras. É as pessoas não saberem que nem todos nos regemos pela mesma batuta de comportamentos. É as pessoas não perceberem que o melhor jogo é aquele que se joga limpo. É as pessoas viverem a pensar que ninguém joga limpo. É as pessoas esconderem-se por trás de argumentos tristes e falsos e de palavras conjugadas ao sabor de uma raiva que é delas mesmas. É as pessoas acharem que todas as outras são iguais a elas. É as pessoas não terem tomates para admitir o que fazem e o que não fazem. É as pessoas acharem que são o centro da vida das outras e que tudo gira à sua volta. É as pessoas pensarem que não há fumo sem fogo, nem duas sem três. É as pessoas acreditarem que estão no direito de serem sempre donas da razão. É as pessoas darem a volta ao prego, tentado assim pôr-se a salvo, nem que para isso tenham que espetar facas nas costas de quem nunca lhes fez nem faría mal. É as pessoas partirem de pressupostos errados para tomarem decisões também elas erradas. É as pessoas serem estúpidas, mas tão estupidamente estúpidas, ao ponto de maltratarem e magoarem quem mais bem lhes quer. O problema não sou eu. És tu.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Do trabalho...
Uns com tanto, outros com tão pouco. É o que me ocorre dizer agora a estas horas. É isso.
Também podia dizer que estou com saudades, mas não digo.
Também podia dizer que estou com saudades, mas não digo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Their words, my words...
“Eu não quero que seja pra sempre, nem que seja certo. Só quero que seja.”
by Caio Fernando Abreu
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Olha nós... *
"the best relationship is when you two can act like lovers and best friends. it’s when you have more playful moments than serious moments. it’s when you can joke around, let each other have piggy backs, have unexpected hugs and random kisses. it’s when you two give each other that specific stare and just smile. it’s when you’ll rather chill inside to watch movies, eat junk food and cuddle than go out all the time. it’s when you’ll stay up all night just to settle your arguments and problems. it’s when you can completely act yourself and they can still love you for who you are."
* e é bom, muito bom. [mesmo o que às vezes é mau... é bom]
* e é bom, muito bom. [mesmo o que às vezes é mau... é bom]
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Adeus Lisboa,
hola Barcelona. 5 dias que vão saber a mel. <3
(é o primeiro post que agendo na vida, a ver se corre bem. é suposto ser 9h da manhã do dia 2.)
(é o primeiro post que agendo na vida, a ver se corre bem. é suposto ser 9h da manhã do dia 2.)
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
Viagens (ó pra cá com esses comentários!)
Parece que vou voltar a Londres. Aquelas ruas choram a minha ausência há 5 anos, não pode ser.
Como a blogosfera é uma moça muito viajada e que estima certas questões na hora da escolha, se alguém tiver sugestões de hóteis tipo BBC [ler bom, barato e central] é favor deixar a dica.
Agradecida. E feliz. Tão feliz.
Como a blogosfera é uma moça muito viajada e que estima certas questões na hora da escolha, se alguém tiver sugestões de hóteis tipo BBC [ler bom, barato e central] é favor deixar a dica.
Agradecida. E feliz. Tão feliz.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
...
Tenho saudades dos nossos silêncios partilhados. Ao som disto. [Adele, a provocar arrepios desde Março de 2008]
sábado, 17 de setembro de 2011
Tu não podes ser bom. Definitivamente não podes ser bom.
Então eu estou aqui descansada a ver o Friends with Benefits, a pensar que aquilo somos "nós" com algumas mutações, a lembrar-me de cenas de há 2 anos e tal atrás... e tu resolves fazer o meu telefone vibrar? Golpe baixo fazeres-me sorrir. Tão baixo. Não és mesmo bom. E eu agora vou ter de ser má??
E estarei a ser má para ti, para mim ou para nós? God, make pure... but not yet.
E estarei a ser má para ti, para mim ou para nós? God, make pure... but not yet.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Estados d'alma...
Lá por ontem a estas horas me estar a sentir muito melhor, não quer dizer que agora esteja mal. Com o tempo aprende-se a prolongar os melhores momentos no tempo. (e sim, a palavra tempo faz sentido estar repetida)
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
É o que é.
Afinal tu vieste e eu ainda aqui estava. Somos o que somos. E não chegou a hora de deixarmos de o ser. Ainda não chegou, mas não abuses da sorte. Não é um recado ou um conselho. É o que é.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Estados d'alma...
(eu sei que raramente alguém ouve as músicas, mas aconselho. aqui está em repeat, porque é isto. é mesmo isto)
I'll grow when you grow
Let me loosen up the blindfold
I'll fly when you cry
Lift us up out of this landslide
Wherever you go
Whenever we part
I'll keep on healing all the scars
That we've collected from the start
I'd rather this than live without you
For every wish upon a star
That goes unanswered in the dark
There is a dream I've dreamt about you
And from afar I lie awake
Close my eyes to find
I wouldn't be the same...
I'll shine when you shine
Painted pictures out of my mind
Sun sets upon this ocean
Never once on my devotion
However you are
Or far that you fall
I'll keep on healing all the scars
That we've collected from the start
I'd rather this than live without you.
For every wish upon a star
That goes unanswered in the dark
There is a dream I've dreamt about you.
And from afar I lie awake
Close my eyes to find
I'll never be the same
Without you... without you
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Porque o dia só acaba à meia noite...
Hoje já tive direito aos dividendos da PT a caírem na conta. Não fiquei milionária, nem rica sequer. Fiquei apenas menos pobre, mas como em tempos de guerra grão a grão enche a galinha o papo, soube-me bem.
Agora, para ser um déjà vu invertido da terça feira passada, só faltam os beijos, abraços, afins, conversas boas e sorrisos de olhos brilhantes.
E aí sim... sería uma sexta-feira boa.
Agora, para ser um déjà vu invertido da terça feira passada, só faltam os beijos, abraços, afins, conversas boas e sorrisos de olhos brilhantes.
E aí sim... sería uma sexta-feira boa.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Porque o novo dia começa sempre à meia noite...
Hoje já tive direito a beijos, abraços, afins, conversas boas e sorrisos de olhos brilhantes. E ao reembolso do IRS também.
Está a ser uma Terça feira boa.
Está a ser uma Terça feira boa.
sábado, 7 de maio de 2011
Chamem-me o que quiserem, mas estou cada vez mais convencida que aquilo do "wish upon a star" resulta mesmo.
JURO!
Isso e confiarmos na nossa intuição, no nosso sexto sentido, naquilo que achamos que vai acontecer, whatever. E em nós. E nas nossas armas.
sexta,16 horas: ele não vem, é que nem diz nada o parvo, fdx.
sexta, 20 horas: humm, tenho cá para mim que quase que aposto que vem.
sexta, 21 horas: banho tomado, cremes aplicados, pijama vestido, rabo alapado no sofá, coração dividido entre a certeza da "aposta" e a dúvida da própria certeza.
sexta, 22 horas: "não ha estrelas no céu, hoje nem elas me podem acudir".
sexta, meia noite: chove copiosamente, fechar portada da janela, olhar para o céu, ver uma estrela meio perdida entre as abertas das nuvens, pedir desejo com convicção.
sábado, 2 horas: deitar não deitar, cama ou sofá, sofá e tv, ficar de pestana aberta à custa do Hospital Central no AXN a ver se morriam ou nao.
sábado, 3 horas: telemóvel a brilhar no escuro, sms recebida, "como tu nunca vi, gostei da tua sms da tarde, bom fds, bjo", evitar responder um "o que tu queres sei eu" e ficar-me por um "gostaste? ainda bem! queres mais?", ler um "só cheguei agora a Lisboa, estou a 5 minutos daí", respirar fundo, sorrir, substituir o pijama fofinho e sem sal por outra farpela, ajeitar o cabelo ao espelho, umas borrifadelas de perfume, abrir a porta, sem hipotese de conversas, os beijos e os abraços apenas intervalados por uns sussurrados "estás boa? como foi a tua semana? estou, foi normal e a tua? cheiras tão bem"...
Isso e confiarmos na nossa intuição, no nosso sexto sentido, naquilo que achamos que vai acontecer, whatever. E em nós. E nas nossas armas.
sexta,16 horas: ele não vem, é que nem diz nada o parvo, fdx.
sexta, 20 horas: humm, tenho cá para mim que quase que aposto que vem.
sexta, 21 horas: banho tomado, cremes aplicados, pijama vestido, rabo alapado no sofá, coração dividido entre a certeza da "aposta" e a dúvida da própria certeza.
sexta, 22 horas: "não ha estrelas no céu, hoje nem elas me podem acudir".
sexta, meia noite: chove copiosamente, fechar portada da janela, olhar para o céu, ver uma estrela meio perdida entre as abertas das nuvens, pedir desejo com convicção.
sábado, 2 horas: deitar não deitar, cama ou sofá, sofá e tv, ficar de pestana aberta à custa do Hospital Central no AXN a ver se morriam ou nao.
sábado, 3 horas: telemóvel a brilhar no escuro, sms recebida, "como tu nunca vi, gostei da tua sms da tarde, bom fds, bjo", evitar responder um "o que tu queres sei eu" e ficar-me por um "gostaste? ainda bem! queres mais?", ler um "só cheguei agora a Lisboa, estou a 5 minutos daí", respirar fundo, sorrir, substituir o pijama fofinho e sem sal por outra farpela, ajeitar o cabelo ao espelho, umas borrifadelas de perfume, abrir a porta, sem hipotese de conversas, os beijos e os abraços apenas intervalados por uns sussurrados "estás boa? como foi a tua semana? estou, foi normal e a tua? cheiras tão bem"...
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