sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Estado actual...

Impaciente.
Aguarda-se algo que reverta esta situação.
Sim, que a espera não me faz nada bem à pele.

Ring my bell...

Para ti, que me pões sempre um sorriso na cara. vá, mas agora já chega de me massajares a alma. vem cá e massaja-me o corpo.




Ainda da falta de açúcar... serviço informativo.

Pela amostragem, que é como quem diz pelas pessoas (onze!) que chegaram aqui no espaço de 2 horas e pouco atráves da pesquisa no google por "falta de açúcar", pressupõe-se que isto é um tema que preocupe os portugueses. E não só, porque todo o Mundo gosta de coisas doces. Por isso, e como não quero defraudar expectativas de quem chega à espera de apreender algo sobre o assunto, aqui fica a explicação da coisa. Resumida, como se quer.

  1. o preço do açúcar nos mercados internacionais disparou no mês passado
  2. e porquê que é que  o preço disparou? Porque há falta de rama da cana-de-açúcar no mercado internacional. Se a matéria-prima está mais cara, aumenta também o custo das exportações do Brasil para a União Europeia, por exemplo.
  3. logo, está a produzir-se menos e isso reflecte-se nas prateleiras das superficies comerciais e no preço a pagar pelo açúcar que aumentou para mais do dobro nos últimos meses. (eu confesso que não tinha dado por isso)
  4. o que há a fazer? poupar. e esperar por Janeiro que isto do racionamento é só coisa para dar que falar nesta época do Natal. quem tiver muita necessidade de açucar e tiver uma familia grande está safo. é ir tudo ao supermercado. pequenos e graúdos. já se sabe que de 2 em 2 engorda a familia o papo.

Mas verdade seja dita...

... sempre fui mais pelas coisas salgadas do que pelas doces. Gosto de doces mas depois de uma refeição bem temperada. Sou um bocado agridoce. E sim, sou mesmo uma pessoa de temperos. Os tais, os que dão gosto à vida.



Falta de açucar...

Racionamento na venda, 2 ou 3 pacotes por pessoa e já é bom.
A meu ver chega perfeitamente e a bem dizer a algumas pessoas a venda até devia ser proibida.
E digo também que trocava os meus 2 pacotes pelas tais coisas doces mas sem açúcar... beijos, gargalhadas, abraços e assim. É. Mais do que o meu corpo, é a minha vida que precisa de açúcar.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Baixar os braços? Quem, eu? *


*até parece que não me conheces. já me viste desistir de alguma coisa? Obrigada B., li-te com um sorriso. E quanto à outra parte, também tens razão... ía haver roupa que não me íria assentar bem! ;)

Coisas da idade...

Há uns anos atrás, quando alguém desconhecido, feminino ou masculino, passava por mim na rua e me olhava de alto a baixo dava por mim a pensar que ou tinha o fecho das calças aberto, ou as meias com uma malha puxada ou o rimel esborratado.

Agora, quando isso acontece, penso: f#d@-se miúda, tu hoje estás mesmo gira e boazuda! (ok, mas admito que, apesar de todas as certezas, de vez em quando olho para baixo para ver se está tudo nos conformes) 


só para que conste: estou a partilhar isto porque hoje vi-me nesta situação por várias vezes. uma canseira. e agora, será que estava gira ou que tinha acontecido uma desgraça na indumentária? eu sei a resposta.

Da Weasel...

Os Da Weasel chegaram hoje ao fim, mas isto vai permanecer e será sempre intemporal...


Foram tantos os concertos. Foram tantos os saltos, as palmas, o cantar letras que se sabiam de trás para a frente. Foram tempos muito bons. Obrigado Doninha!  

...

Quando a necessidade de partilhar as coisas, boas e más, que se passam comigo fala mais alto... recorro a ele. Porque, e por muito que a fúria que eu esteja a sentir seja grande, quando carrego no send message faço-o com um sorriso no rosto. E sinto-me muito mais aliviada.
És uma espécie de bola do stress. Se bem que essas bolas sempre me irritaram um bocadinho. E tu também. Por isso, bate certo.

Wishlist para o Natal (e já agora para 2011 também).

Saudinha e sorte.
Não é pedir muito, pois não?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Mas ainda é tempo delas?

Delas, as melgas. Dos dois tipos. Julgava que só se davam no Verão e no tempo quente, mas a ver pela quantidade de Raid que já gastei hoje na minha sala e pelas vezes que já fechei janelas de conversação... elas andem aí. Ninguém merece. O que vale é que há sempre solução: esborracho umas, bloqueio outras. E não, nem o Natal vos salva, que o espírito ainda não reina por aqui.

Por outras palavras e noutro idioma, é isto...



Desabafo...

Estou cansada de tudo. E tenho saudades [tuas].

Mão quente, amor ardente?

De um momento para o outro, sem nada que o fizesse prever, fiquei com as mãos a ferver. Não toquei em nada quente. Não estavam cobertas. Não fiz nada. E elas fervem como se estivesse a segurar uma bola de fogo. Aguardo agora a chegada do formigueiro, das manchas, do olho a tremer e da boca ao lado. Sim, que isto não é normal. Não sou médica nem hipocondriaca mas isto não é de todo normal. 

Do jogo: factos a registar

O Benfica estreou um equipamento novo. Cruzei-me com o Luis Urzúa, o mineiro do Chile. O Raúl ainda joga bem. O Nuno Gomes devia ter entrado para fazer os últimos minutos na Champions de águia ao peito. O Jesus é teimoso "comá" putaça. O Rui Costa falou. Foi isto.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Estava mais que visto que ía ser assim...

Agora que já tenho o portátil arranjado e ligação à net e tudo... não me apetece escrever. Se calhar nem é não me apetecer. É mais não ter nada que mereça ser dito. Um aborrecimento.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Desafio...

ok?

Se levasse os signos a sério, a esta hora estava a lamentar profundamente o meu timing de actuação.

Diz a Maya para o dia 1/12/10: Não diga tudo o que lhe ocorre; tende a ferir susceptibilidades sem que tenha razão ou fundamento.

Como sou céptica, lamento apenas, e já na antecipação, a dor de cabeça que devo ter amanhã ao acordar. Apenas e só que eu não sou pessoa para me arrepender das coisas boas que digo ou escrevo a horas tardias.
Podia-me desculpar com "o efeito do vinho à lareira numa noite fria" mas não. Mais hora menos hora, mais palavra menos palavra... havería um sendPorque eu não sei não ser eu contigo. Ainda não sei.