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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

E se alguém, às 8 da manhã, te mandar uma sms a dizer "olá" isso é... *

... estupidez da pura. Dificilmente levaría um retorno. Ainda para mais porque não sei de quem é o número. Mas seja quem fôr deve saber que eu de manhã sou de poucas falas e de maus feitios. Talvez por isso se tenha ficado pelo "olá". Para a próxima que venha acompanhado de "bom dia" e de um nome. É capaz de me cair melhor. Ou talvez não.

*ou era o que me havia de faltar agora ter principios de taquicardias por ver o telefone a apitar e depois ser um olá desconhecido.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Agora fui tão querida, mas tão querida...

... que nem me reconheci na mensagem que escrevi. Tão doce, sem qualquer agri.
Pois. Mas se calhar até é melhor rectificar não vá alguém pensar que me enganei no destinatário.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Baixar os braços? Quem, eu? *


*até parece que não me conheces. já me viste desistir de alguma coisa? Obrigada B., li-te com um sorriso. E quanto à outra parte, também tens razão... ía haver roupa que não me íria assentar bem! ;)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Rita, eu não descreveria melhor a situação... *

"Há aqueles dias em que davamos tudo para que o nosso telefone tocasse. Tudo. Acordamos a olhar para ele, vemos se não haverá uma mensagem perdida, uma chamada não atendida. A cada toque o coração dispara, a cada mensagem já vemos o nome dele. E o dia todo, a tampa abre e fecha freneticamente. Depois há alturas em que pensamos: vamos deixá-lo na carteira, longe dos nossos olhos, como se isso o fizesse tocar. Naqueles momentos em que lá fica, cresce a esperança. Os segundos entre o que demoramos a procurá-lo e o temos na nossa mão, são momentos de (falsa) felicidade, porque julgamos: sim, vai ser agora. Mas não é, nunca é. Esse momento não chega. E nesses dias o que não faltam são: chamadas de números anónimos (aqui mais uma esperança que seja ele a ligar de um número desconhecido), de mensagens da zone, da optimus, do diabo a 4. Mas nunca é a chamada ou a mensagem que queremos.
Chego a pensar que o telefone está avariado, peço às amigas para voltarem a ligar para eu saber que está mesmo a funcionar. Quando uma me diz: "ainda agora te liguei e tinhas o telefone desligado", volta a aumentar a esperança. Evito os sítios sem sinal, ou com pouco, não se vá dar o caso dele ligar. Cheguei ao ridículo há pouco de enviar uma mensagem a mim própria, só para confimar se estava tudo bem e o aparelho a funcionar.
No meio de tudo isto, tenho a certeza que não vai haver telefonema, mas ainda há espaço para todos estes pensamentos. Não tenho como evitar."

Daqui, com a devida vénia e solidariedade

* por aqui também há dias que se passam assim, exactamente assim... à procura de um sinal, à espera de um toque, de uma palavra. A diferença é que eu acredito mesmo que o meu venha a tocar... só não sei é se terei ainda forças para o atender. Por isso, às vezes, até o ponho no silêncio...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A sms que não te enviarei - take 1

Olá, bom dia! Esta tudo bem contigo? Espero que sim...ou nao! Andares desaparecido, somewhere in the world, mexe-me com os nervos. Tiras-me do serio... no melhor e no pior! É impressionante... tanto me apetece encher-te de beijos como fazer de ti o meu saco de boxe. Apesar de ter uma espécie de saudades (poucas, muito poucas), agora optava pela segunda hipótese.
0 beijos...sim 0!