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sábado, 5 de fevereiro de 2011

...

Depois de um "precisamos de falar" chega sempre um "então fala, diz o que tens aí preso na garganta". E desta vez chegou rápido.
E já devias saber que eu sigo sempre as minhas intuições e não o que as pessoas me dizem. O problema é quando as minhas intuições se dispersam entre o que me dizem, o que eu vejo, o que eu sinto e o que tu me dizes.

[nada melhor para uma cabeça baralhada que uma noite de copos. e se no fim da noite, ao deitar, pensar em ti... é porque está tudo bem. pelo menos até ao acordar seguinte]

Coisas minhas...

Em certas alturas, ler ou ouvir um "precisamos de falar" causa-me vários efeitos: ansiedade, nervoseira, medo, taquicardias, arritmias, mil pensamentos em fracções de segundos. 
Hoje fui eu que o escrevi. Não sei que efeito criei no destinatário, mas sei que em mim os efeitos são exactamente os mesmos. E se fui eu que o escrevi não devia estar a sentir nada disto. E por aqui se vê logo a minha falta de convicção no que tenho para dizer. Se calhar porque não o quero dizer. E o "não quero, mas acho que tenho de... porque vai ser melhor assim" nunca foi coisa fácil para mim. Até porque não sei se vai ser melhor. E para pior nunca se deve mudar.

E quando me surge do outro lado, em pouco mais de 2 minutos, uma resposta que denota uma certa preocupação... então aí é que isto ainda se baralha mais.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

The wall...

A parede é tua. Arquitectada por ti e construída por mim, ao ritmo que tu impões.

Foram lançados os primeiros tijolos no dia 18 de Setembro. Em 4 dias ergueram-se 3 filas. Dia 22 a obra parou. Estagnou por falta de matéria prima e da licença de construção. Ontem recomeçou. Tijolo a tijolo vai crescendo. Não sei quanto tempo demorará até chegar ao 1,90m. Pode levar dias, semanas ou meses... ou pode até nunca ficar pronta. Mas se ficar, não vai ser nada fácil de derrubar. E o mais certo é aleijares-te quando a tentares saltar. [para evitar pés torcidos e pernas partidas, podes sempre tirar-me a pá e o cimento das mãos]

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Estados d'alma...


Don't worry about a thing,
'Cause every little thing
Gonna be all right
I won't worry!


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Duelos - take 2

Ganhou a segunda opção. Fui parca em palavras. Não me excedi. Não disse nada de mais. Não disse nada do que queria, do que devia nem do que podia. 
Ganhou a segunda opção... e mesmo assim não me senti eu. Não fui eu. Ora fod@-se.

Acho que até as sms da Zon e da Tmn têm mais "requinte" que esta minha.

Duelos...

A cabeça diz: fica sossegada, quieta, não dês atenção, mantém-te indiferente, não digas nada...

O resto do corpo diz: faz qualquer coisa, diz qualquer coisa, age, mexe-te com sabedoria que isto de ficar assim à espera de algo que pode nunca mais vir não é para ti, esta que se refugia no silêncio não és tu, esta não és tu. E tu sempre foste tu....

E agora, quem ganha?

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Certo... ou talvez não.


Depois de falhar 2 vezes, dar terceiras hipóteses será assim tão estúpido? Quero acreditar que não. Mas isto sou eu que não gosto de desistir do que merece ser vivido. Nunca desisti. Nunca tive vontade disso. E tenho medo que um dia tenha que o fazer. 

domingo, 11 de julho de 2010

O Domingo...

Depois da agitação do fim de semana... o cansaço do Domingo. E a nostalgia. E o já estar a sentir a falta daqueles abraços. Apenas 16 horas depois do último. Grave, muito grave.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

...

Há mails que se deviam auto destruir depois de enviados. Ou então, eu devería ter o hábito de não guardar tudo o que mando. Assim não havería hipótese de os voltar a ler... e de voltar a reviver, ainda que por instantes, as coisas más que senti quando os escrevi.
Acabei de me cruzar com o mail que escrevi a 8 de Janeiro. E acabei de o apagar. 
Porque não fazia sentido guardar uma coisa que me magoou. Porque a situação se alterou e voltamos a ser "nós". Porque é muito bom que aquilo que escrevi na altura hoje já não tenha razão de ser. Mas acima de tudo apaguei-o dos meus itens enviados porque me fez mal lê-lo. Causou-me angústia. E aquele aperto no peito. 
E não há nada pior do que sentir angústia por uma situação que faz parte do passado. Ainda para mais quando o presente está naturalmente "bom e recomenda-se".  

[Mas uma coisa também é certa... não quero voltar a ter de escrever um mail daqueles, nem a sentir o que senti. Não quero, nem vou. E se por acaso o tiver de escrever, nunca o vou enviar. Vou guardar para mim. E vou fazer delete na minha lista de contactos... e na minha memória.]

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Razão ou coração?

Isto:
"Hoje siga a sua intuição se tiver que fazer uma escolha; certifique-se de que também escuta o que o seu coração tem a dizer sobre o assunto." - do coração

Ou isto:
"É no seu íntimo que irá encontrar a resiliência que precisa para encarar a vida de frente e dar aquele impulso de que necessita. E necessita mesmo. Deve sair donde está sim." - da razão


Razão ou coração? E quando tudo se mistura? 

sábado, 15 de maio de 2010

Estados d'alma...

When the truth is, I miss you
Yeah the truth is, that I miss you so
And I’m tired, I should not have let you go

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

...

E agora, assim de repente e vindo sabe-se lá de onde, deu-me um ataque de saudades tuas! Dos fortes. Dos que arrepiam. Dos que fazem recordar e sonhar acordada. Dos que fazem sorrir. E depois fazem pensar. Sim B., agora enchia-te de mimos a ti!  E a seguir ao das saudades, veio o ataque do medo... medo que tenhas de ir para onde não queres. E eu também não quero que vás. É que mesmo "não te tendo"... tenho medo de ficar sem ti.