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domingo, 19 de setembro de 2010

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Fiquei triste contigo. Não chateada, muito menos zangada. Apenas triste. E desiludida. Porque me conheces como ninguém e devias saber que a mentira é das coisas que mais me afecta. E se nada me deves, para quê isto? Para as portas continuarem abertas ao sabor do tempo e do querer?
Nunca te menti. Nem omiti. Nem quando o podia ter feito. E talvez por isso hoje não seja tão feliz como podería ser. Não o fiz porque gostava de ti. E de nós. Sem máscaras. Tão nós.
Estou triste contigo. Sem dramas, sem lágrimas, sem fúrias, sem mau feitio. Apenas triste.
Estou triste contigo e tu sabes disso. E sabes também que eu continuo a ser eu. Contigo. E que gosto de ti. Muito.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

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Há mails que se deviam auto destruir depois de enviados. Ou então, eu devería ter o hábito de não guardar tudo o que mando. Assim não havería hipótese de os voltar a ler... e de voltar a reviver, ainda que por instantes, as coisas más que senti quando os escrevi.
Acabei de me cruzar com o mail que escrevi a 8 de Janeiro. E acabei de o apagar. 
Porque não fazia sentido guardar uma coisa que me magoou. Porque a situação se alterou e voltamos a ser "nós". Porque é muito bom que aquilo que escrevi na altura hoje já não tenha razão de ser. Mas acima de tudo apaguei-o dos meus itens enviados porque me fez mal lê-lo. Causou-me angústia. E aquele aperto no peito. 
E não há nada pior do que sentir angústia por uma situação que faz parte do passado. Ainda para mais quando o presente está naturalmente "bom e recomenda-se".  

[Mas uma coisa também é certa... não quero voltar a ter de escrever um mail daqueles, nem a sentir o que senti. Não quero, nem vou. E se por acaso o tiver de escrever, nunca o vou enviar. Vou guardar para mim. E vou fazer delete na minha lista de contactos... e na minha memória.]

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sabes que sim...

... que eu tinha direito à escolha de "fugir para não me dar a vontade de ser tua"... antes de te ouvir dizer que as "coisas vão mudar amanhã"...