- então, ontem liguei-te duas vezes e tu nada. E as chamadas foram bem espaçadas.
- pois mãe, eu vi.
- estavas em casa?
- da primeira vez não, estava na rua.
- e da segunda?
- já estava em casa, mas não ouvi o tlm
- não ouviste ou não te apeteceu? é que podia ser importante. e o que estavas a fazer para não ouvires?
- mãe, não queres ir por aí. a sério que não queres.
- não posso saber? quando eras mais novinha contavas-me mais coisas do que agora. achas normal? as outras filhas não são assim.
- pois, quando era mais nova não perguntavas tanto.
- e estavas a fazer o quê afinal? uma pessoa preocupa-se, tu aí sozinha. estavas sozinha?
- não.
- então não quero saber.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
É meu. *
* desengane-se quem pensar que já comecei a gastar o Irs recebido hoje. tenho é uma mãe muito querida.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Miss you like crazy...
... do sabor, do cheiro, de como me aquece a alma, e o corpo também, em dias assim. Que saudades das sopinhas da mãe. E de ti idiota.
sábado, 19 de junho de 2010
Coisas de mãe...
Ao início da noite, ao telemóvel:
M.- entao, hoje não vais sair? não vais aquela festa de branco?
A. - pois, ainda não sei, também ainda é cedo... logo se vê.
M. - o teu amigo não veio este fim de semana? B., não é?
A. - quê??????????? (wtf??)
M. - sim, chama-se B. certo?
A. - oh mãe... mas onde é que tu vais buscar essas coisas? (querem lá ver que me lê o blogue?)
M. - A., a mãe não é parva. No dia do Rock in Rio, disseste que ías com colegas porque o teu amigo não podia. Só calculo que seja este o nome porque há mais de um ano ouvi-te falar dele ou com ele ao telefone e tu estavas tão contente.
A. - e???? (mas que raio, das coisas que ela se lembra!)
M. - e olha, estavas tão contente naquele dia como na quarta feira em que saíste lá de casa às pressas porque tinhas que te ir arranjar para ir ao cinema.
A. - ó... (apanhadissíma!)
M. - nem a mãe é parva... nem aquele brilho dos teus olhos engana!
[só comigo. diz-me isto assim do nada e depois despacha-me com um "agora tenho de desligar que vou a uma festa".opá, opá!]
M.- entao, hoje não vais sair? não vais aquela festa de branco?
A. - pois, ainda não sei, também ainda é cedo... logo se vê.
M. - o teu amigo não veio este fim de semana? B., não é?
A. - quê??????????? (wtf??)
M. - sim, chama-se B. certo?
A. - oh mãe... mas onde é que tu vais buscar essas coisas? (querem lá ver que me lê o blogue?)
M. - A., a mãe não é parva. No dia do Rock in Rio, disseste que ías com colegas porque o teu amigo não podia. Só calculo que seja este o nome porque há mais de um ano ouvi-te falar dele ou com ele ao telefone e tu estavas tão contente.
A. - e???? (mas que raio, das coisas que ela se lembra!)
M. - e olha, estavas tão contente naquele dia como na quarta feira em que saíste lá de casa às pressas porque tinhas que te ir arranjar para ir ao cinema.
A. - ó... (apanhadissíma!)
M. - nem a mãe é parva... nem aquele brilho dos teus olhos engana!
[só comigo. diz-me isto assim do nada e depois despacha-me com um "agora tenho de desligar que vou a uma festa".opá, opá!]
domingo, 2 de maio de 2010
Dia da Mãe...
Pela primeira vez na vida, não vou estar com a minha mãe neste dia. Nada de mais, coisas do quotidiano da vida.
Mas faz pensar e deixa-me triste.
Porque hoje também é a primeira vez que a minha mãe não vai poder estar com a dela. E nunca mais vai sentir os abraços, nem os beijos, nem os sorrisos que acompanharam durante anos e anos a fio. Todos os anos a minha mãe tentou passar este dia com a minha avó... desde sempre que foi assim. Implicava kms, gastos, tempo... mas tinha de ser assim. Nos últimos anos, sempre com a perspectiva do "pode ser o ultimo dia da Mãe que passamos juntas". E assim foi pela última vez em 2009. Levou-lhe flores. Fez-lhe festas. Deixou cair as lágrimas ao mesmo tempo que sorria, ao mesmo tempo que dizia "gosto tanto de si mãe". E este ano a minha avó já não está cá. As flores, embora entregues, já não têm o mesmo significado. E hoje sei que a minha mãe está triste, por muito que queira dar a entender que não. Hoje sei que um abraço meu lhe ía saber muito bem.
Hoje não dá... mas amanhã... amanhã também é dia da Mãe.
Mas faz pensar e deixa-me triste.
Porque hoje também é a primeira vez que a minha mãe não vai poder estar com a dela. E nunca mais vai sentir os abraços, nem os beijos, nem os sorrisos que acompanharam durante anos e anos a fio. Todos os anos a minha mãe tentou passar este dia com a minha avó... desde sempre que foi assim. Implicava kms, gastos, tempo... mas tinha de ser assim. Nos últimos anos, sempre com a perspectiva do "pode ser o ultimo dia da Mãe que passamos juntas". E assim foi pela última vez em 2009. Levou-lhe flores. Fez-lhe festas. Deixou cair as lágrimas ao mesmo tempo que sorria, ao mesmo tempo que dizia "gosto tanto de si mãe". E este ano a minha avó já não está cá. As flores, embora entregues, já não têm o mesmo significado. E hoje sei que a minha mãe está triste, por muito que queira dar a entender que não. Hoje sei que um abraço meu lhe ía saber muito bem.
Hoje não dá... mas amanhã... amanhã também é dia da Mãe.
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