... começa a espécie de depressão. Não é por fazer anos. A idade não me assusta. Como ele diz, sou uma miúda. Crescida, mas uma miúda.
O que me deixa em baixo é o dia em si. Queria ter as minhas pessoas importantes ao meu lado, umas ao almoço outras ao jantar. Queria passar o dia a rir, queria passar a noite com um brilho nos olhos, queria que ele estivesse ao pé de mim.
Queria ter um dia de anos como há muito não tenho. Queria que este ano fosse diferente. E especial.
sábado, 31 de julho de 2010
Sensações, aflições e outras complicações...
Deitei-me tarde, dormi pouco, sonhei muito, acordei com uma aflição do caraças. Como se tivesse acontecido, ou estivesse ainda para acontecer, alguma coisa má a alguém. Não gosto disto. Nada. Só quero que isto passe. E só quero que me sosseguem com um "miúda, está tudo bem".
sexta-feira, 30 de julho de 2010
...
Cada vez tenho mais medo de morrer. Daquela morte que chega de repente, sem aviso prévio. Tenho medo de deixar de viver... e ficar com tantas coisas por fazer e dizer. Não era assim. Mas tenho ficado e isso assusta-me.
O verdadeiro homem da luta...
Que força tremenda a de um homem que de Feio não tinha nada...
"Falo comigo mesmo e faço força para que as coisas corram bem (…) Daí a entregar a minha vida nas mãos de Deus? Não. Ele tem muito que fazer. E pelos vistos não tem feito grande coisa, porque às vezes a gente olha para o lado e ele deve andar distraído."
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Ele diz... eu sorrio...
... mas por trás dos óculos escuros, os olhos enchem-se-me de lágrimas.
ele: está na hora de irmos embora. não apetece nada... agora jantávamos na praia, ficávamos assim até às onze, depois íamos ao cinema...e....
eu: isso é que era...
ele: mas não pode ser... e ainda não sei se vou hoje ou amanhã para cima...
eu: pois, tens de ver...
ele (entre abraços e beijos): ficas bem?
eu: sim... claro que sim. mas vai amanhã... vai só amanhã...
É claro que não fico bem. É claro que não posso ficar bem. Este duelo "felicidade vs tristeza", tudo ao mesmo tempo, dá cabo de mim.
ele: está na hora de irmos embora. não apetece nada... agora jantávamos na praia, ficávamos assim até às onze, depois íamos ao cinema...e....
eu: isso é que era...
ele: mas não pode ser... e ainda não sei se vou hoje ou amanhã para cima...
eu: pois, tens de ver...
ele (entre abraços e beijos): ficas bem?
eu: sim... claro que sim. mas vai amanhã... vai só amanhã...
É claro que não fico bem. É claro que não posso ficar bem. Este duelo "felicidade vs tristeza", tudo ao mesmo tempo, dá cabo de mim.
Da tarde de praia...
Não fizemos castelos à beira-mar. Mas ele fez uma covinha para eu me refastelar em condições na areia.
E fez-me rir. E fez-me desejar que os segundos se transformassem em horas, que não existissem kms, que a vida tivesse um botão de "pause".
Se há dias que não deviam terminar este é um deles. Não sei se já terminou ou se ainda poderá durar mais umas horas... mas já sei que vai sempre saber a pouco e que as horas vão parecer segundos.
E fez-me rir. E fez-me desejar que os segundos se transformassem em horas, que não existissem kms, que a vida tivesse um botão de "pause".
Se há dias que não deviam terminar este é um deles. Não sei se já terminou ou se ainda poderá durar mais umas horas... mas já sei que vai sempre saber a pouco e que as horas vão parecer segundos.
A tal música...
A música era esta. Não é cantada por uma mulher. Não tem nada a ver com "Betty". Não tem nada a ver com a descrição que fiz no outro post. O que só vem provar que a minha audição anda afectada. E que no rádio do carro as músicas me parecem sempre melhores do que são na realidade (talvez por não passar a versão completa). É como ler o livro e ver o filme depois... nunca tem a mesma graça.
(lindo lindo foi ouvir isto ontem no carro, mandá-lo calar de forma brusca para ver se ouvia o nome do artista... e vê-lo a escrever parte da letra no telemóvel para depois pesquisar no google e me dizer. Tão querido.)
Quando cai a noite na cidade...
Ontem não escrevi. De manhã não tive nada para dizer. À tarde não tive tempo. De repente, voltei para Lisboa, sem que nada o fizesse prever. E foi ver-me a fazer quase 200kms sob uns escaldantes 42 graus.
Valores mais altos se levantaram. Valores bons, muito bons.
Quando vinha de viagem passou-me várias vezes pela cabeça que não devia ter vindo. Que isso me ía tornar vulnerável. Que "São 200kms, não são 20!". Que não devia ser tão fácil convencer-me a isto. Que, que, que.
Mas depois...depois os passeios a pé à luz da lua, os sorrisos, as histórias, os beijos, os gelados do Santini, aqueles olhares cúmplices... fazem tudo valer a pena.
E os "que" desaparecem e dão lugar aos "se". E se pudésse ser sempre assim? E se fosse sempre assim? Será que seríamos menos "nós" se fosse sempre assim? Não. E disso não tenho dúvidas nenhumas. Porque nós somos muito.
E agora, venha de lá esse dia de praia. Porque our time is running out and I don't want to miss a thing.
Valores mais altos se levantaram. Valores bons, muito bons.
Quando vinha de viagem passou-me várias vezes pela cabeça que não devia ter vindo. Que isso me ía tornar vulnerável. Que "São 200kms, não são 20!". Que não devia ser tão fácil convencer-me a isto. Que, que, que.
Mas depois...depois os passeios a pé à luz da lua, os sorrisos, as histórias, os beijos, os gelados do Santini, aqueles olhares cúmplices... fazem tudo valer a pena.
E os "que" desaparecem e dão lugar aos "se". E se pudésse ser sempre assim? E se fosse sempre assim? Será que seríamos menos "nós" se fosse sempre assim? Não. E disso não tenho dúvidas nenhumas. Porque nós somos muito.
E agora, venha de lá esse dia de praia. Porque our time is running out and I don't want to miss a thing.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Esta vida do campo é lixada...
00h15m. 33 graus. Sono nem vê-lo. Limonada fresca. Chão quente. Água novinha vinda da nascente. De molho à luz da lua, what else?
(faltas-me aqui tu, pois claro!)
(faltas-me aqui tu, pois claro!)
terça-feira, 27 de julho de 2010
Ora vocês, gente cultural, esclareçam-me... por favor!
De há uns tempos para cá passa na rádio (Antena 3 e Comercial) uma música muito boa. Quem canta é uma senhora. Ía jurar que se chama Betty qualquer coisa (a sra., não a música). Ou não, ou não!
Alguém sabe do que estou eu a falar??
Alguém sabe do que estou eu a falar??
Damn it and shame on me - round 2!
O calor descontrai-me tanto, mas tanto... que pelo segundo dia consecutivo não ouvi o telemóvel tocar. Dois dias, três chamadas não atendidas.
Era bater-me. E amarrar o telemóvel ao pescoço e arranjar maneira daquilo fazer descargas eléctricas sempre que tocasse. O vibrar já não parece ser suficiente. B., não desistas, tu não desistas homem... que isso não é teu. Tu insiste!
Era bater-me. E amarrar o telemóvel ao pescoço e arranjar maneira daquilo fazer descargas eléctricas sempre que tocasse. O vibrar já não parece ser suficiente. B., não desistas, tu não desistas homem... que isso não é teu. Tu insiste!
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A. In the mood for...,
calor,
desafio: try your best shoot...,
saudades
Deste calor abrasador...
Adoro estes dias assim.
Quentes, secos, cheios de sol. E se lhe juntar o mar... fica a fórmula mais-que-perfeita. Mas à falta do mar... uma piscina, um tanque, uma ribeira, uma mangueira... tudo serve para me deixar fresca e feliz!
E o que isto me recorda a infância? Isto e aquele sabor da melancia.
Muito bom. (e por mim estava este calor até Outubro!)
E as noites? Ahhhh as noites de 30 graus, um céu bem iluminado, uma lua que parece o sol, o ar quente que não arrepia. As bebidas frescas. O biquini à meia noite, os vestidos curtos, o pé descalço. A maluqueira das pessoas ou a calmaria apenas perturbada pelas rãs e pelas cigarras. O olhar para o céu e pedir um desejo às estrelas cadentes. Ou muitos. E adormecer assim... livre e ao ar livre. (e depois, com isto tudo, não ouvir o telemóvel, falhar aquela chamada e só dar por isso mais de 4 horas depois - too late, damn it and shame on me-.)
Quentes, secos, cheios de sol. E se lhe juntar o mar... fica a fórmula mais-que-perfeita. Mas à falta do mar... uma piscina, um tanque, uma ribeira, uma mangueira... tudo serve para me deixar fresca e feliz!
E o que isto me recorda a infância? Isto e aquele sabor da melancia.
Muito bom. (e por mim estava este calor até Outubro!)
E as noites? Ahhhh as noites de 30 graus, um céu bem iluminado, uma lua que parece o sol, o ar quente que não arrepia. As bebidas frescas. O biquini à meia noite, os vestidos curtos, o pé descalço. A maluqueira das pessoas ou a calmaria apenas perturbada pelas rãs e pelas cigarras. O olhar para o céu e pedir um desejo às estrelas cadentes. Ou muitos. E adormecer assim... livre e ao ar livre. (e depois, com isto tudo, não ouvir o telemóvel, falhar aquela chamada e só dar por isso mais de 4 horas depois - too late, damn it and shame on me-.)
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Acerca da tal viagem dele para Ibiza...*
... faço minhas as palavras da Meredith Grey.
E o Derek respondeu "Yes, dear"... com toda a convicção e brilho nos olhos.
É isto que eu quero ouvir. Sem o "dear", mas com um "ranhosa" dos dele.
(* a tal viagem que me fez hiperventilar e que acaba já amanhã. salvé aleluia salvé! E porque é que me fui lembrar disto agora? Porque o céu está magnificamente estrelado.)
"You're gonna have to make this up to me with a lot of sex"
E o Derek respondeu "Yes, dear"... com toda a convicção e brilho nos olhos.
É isto que eu quero ouvir. Sem o "dear", mas com um "ranhosa" dos dele.
(* a tal viagem que me fez hiperventilar e que acaba já amanhã. salvé aleluia salvé! E porque é que me fui lembrar disto agora? Porque o céu está magnificamente estrelado.)
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A. tem saudades de B. e não queria,
fazes-me falta,
sorrisos
Constação do óbvio...
Ando mais para ler do que para escrever.
É pelas vezes que escrevo demais. Ou então é porque não tenho mesmo nada a dizer. É raro, mas acontece.
E se escrevesse ía ser tão lamechas e ía falar de saudades e vontades e afins... e isso não se coaduna nada com a carapaça de tartaruga que eu agora adoptei. Dura. Não sei é por quanto tempo. Aquilo pesa nas costas e na alma.
É pelas vezes que escrevo demais. Ou então é porque não tenho mesmo nada a dizer. É raro, mas acontece.
E se escrevesse ía ser tão lamechas e ía falar de saudades e vontades e afins... e isso não se coaduna nada com a carapaça de tartaruga que eu agora adoptei. Dura. Não sei é por quanto tempo. Aquilo pesa nas costas e na alma.
domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Coisas do campo... (ou sei lá que título dar a este post)
Vim à terra. Mal cheguei fui bafejada por 35º graus. Sento-me numa cadeira a beber uma grande limonada. Diz-me a minha mãe: "ah, se calhar é melhor sentares-te noutro lado. da ultima vez que cá estive, era nessa cadeira que os gatinhos dormiam a sesta... e está na hora deles".
[Wtf? Então, mas eu agora ando às ordens de gata Julieta e seus filhos Bolas e Chica?? Pronto, ok... eu levanto-me!]
[Wtf? Então, mas eu agora ando às ordens de gata Julieta e seus filhos Bolas e Chica?? Pronto, ok... eu levanto-me!]
Bolas, em pose...
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Aqui fica a informação...
Vocês sabiam que a Worten na compra de dois bilhetes para Roger Waters oferecia (ou oferece, não sei se já acabou) um para os U2?
Ajuda precisa-se...
E quando a sms, supostamente a da "paz", não dá frutos nenhuns, nem rijos, nem podres nem bichosos sequer... é aí que entram vocês e me dizem para não fazer mais nada; para estar quieta; para saber esperar; para não enviar a sms que está escrita há 10 minutos com referências a herpes e coisas que se podem apanhar em Ibiza e que o podem arruinar.
vocês agarrem-me. segurem-me. sosseguem-me. distraiam-me. que isto não está bom.
vocês agarrem-me. segurem-me. sosseguem-me. distraiam-me. que isto não está bom.
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