Nota: obviamente que na conversa real eu fui a "assinalada" a verde.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Acabei de ter uma conversa deste tipo...
... não com estas mesmas frases, obviamente. Mas quase. Não suporto gente que se gaba sem ter do quê. E depois apanham-me do avesso e ouvem o que não querem. [e agora vou-me encher de dentes de alho para ver se a inveja e o mau olhado não me atingem]
Não podia dar bom resultado...
O estado da vida e a tpm juntaram-se e resolveram levar-me a um estado tal que estou há duas horas a chorar compulsivamente. Diz que alivia... mas a mim só me está a moer mais ainda.
Estados d'alma...
Porque foste na vida
A última esperança
Encontrar-te me fez criança
Porque já eras meu
Sem eu saber sequer
Porque és o meu homem e eu tua mulher
Porque tu me chegaste
Sem me dizer que vinhas
E tuas mãos foram minhas com calma
Porque foste a minha alma
Como um amanhecer
Porque foste o que tinha que ser
terça-feira, 5 de abril de 2011
...
É muito fácil dizer que se deve lutar para que as oportunidades surjam. Que se deve caminhar e nunca parar até que estas apareçam. Que se deve bater a todas as portas. Que nunca se deve parar até se conseguir o que se quer.
Acontece que, normalmente, quem diz estas coisas ou nunca passou por certas situações ou então passou e foi bem sucedido. Eram outros tempos, em que bastava "somente" o nosso acreditar e o nosso fazer acontecer. E com tanto empenho demonstrado alguém havería de acreditar em nós e de possibilitar o tal "acontecer". Outros tempos.
Também há quem diga que há momentos em que é preciso dar dois passos atrás para se conseguir depois dar cinco para a frente. E eu digo que até para recuar é preciso sorte. É preciso a sorte de andar de costas e tropeçar em algum lado.
E a sorte tem-me faltado tanto como as notas de 100 euros. E os braços, os tais que nunca se devem baixar, começam a perder a força e o vigor. E na cabeça começa a surgir a ideia que deve ser um problema meu. Logo eu, que nunca fui de me minimizar perante nada.
Acontece que, normalmente, quem diz estas coisas ou nunca passou por certas situações ou então passou e foi bem sucedido. Eram outros tempos, em que bastava "somente" o nosso acreditar e o nosso fazer acontecer. E com tanto empenho demonstrado alguém havería de acreditar em nós e de possibilitar o tal "acontecer". Outros tempos.
Também há quem diga que há momentos em que é preciso dar dois passos atrás para se conseguir depois dar cinco para a frente. E eu digo que até para recuar é preciso sorte. É preciso a sorte de andar de costas e tropeçar em algum lado.
E a sorte tem-me faltado tanto como as notas de 100 euros. E os braços, os tais que nunca se devem baixar, começam a perder a força e o vigor. E na cabeça começa a surgir a ideia que deve ser um problema meu. Logo eu, que nunca fui de me minimizar perante nada.
Grito do Ipiranga, versão A.
Foda-se, caralhooooooooooooooooo mais a esta merda toda. [vizinha que está a ouvir André Sardet em altos berros há uma hora e tal incluída.]
Mudou alguma coisa ter escrito isto? Não. Mas dizê-lo em voz alta 5 vezes actua como uma espécie de comprimido de valeriana: primeiro parece que faz efeito, passado meia hora verifica-se que afinal está tudo igual.
Mudou alguma coisa ter escrito isto? Não. Mas dizê-lo em voz alta 5 vezes actua como uma espécie de comprimido de valeriana: primeiro parece que faz efeito, passado meia hora verifica-se que afinal está tudo igual.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O verdadeiro significado de ser "azeiteiro".
Alguém do alto da sua pouca sensatez resolveu cortar ao meio um olival, que produz somente o que já foi considerado o melhor azeite do Mundo, para passar o IP8 (entre Beja e Sines, trajecto que toda a gente sabe que terá um tráfego demoníaco. 2 carros para baixo, 5 para cima).
Vai-se o azeite, ficam os azeiteiros a destruir o que Portugal ainda tem de melhor. Depois ainda dizem que os desempregados se deviam dedicar à agricultura e que as exportações têm necessariamente de aumentar. Pois sim, está certo.
Vai-se o azeite, ficam os azeiteiros a destruir o que Portugal ainda tem de melhor. Depois ainda dizem que os desempregados se deviam dedicar à agricultura e que as exportações têm necessariamente de aumentar. Pois sim, está certo.
E a confusão que isto me continua a fazer?
Publicarem uma ligação. Comentarem a própria ligação. E ainda carregarem no "gosto". É só a mim que isto me faz espécie?
Não consigo escrever...
... e tenho tanto para dizer. Mas não me saíem as palavras certas. Se calhar é só porque há coisas que não são feitas para serem ditas mas apenas sentidas.
O Benfica perdeu...
... mas eu ganhei. Grande dia. Óptima noite. Podia ter sido melhor com outro resultado, claro. Mas se todas as derrotas do Benfica tivessem este sabor... eram bem mais fáceis de digerir. [e parabéns ao FCP campeão]
Na alegria e na tristeza...
domingo, 3 de abril de 2011
É Domigo.
É Domingo. Finalmente. Os planos continuam firmes e hirtos. Sem alterações, pelo menos até agora.
Gosto disto. Habituava-me a isto. Já chegavas, não?
Gosto disto. Habituava-me a isto. Já chegavas, não?
sábado, 2 de abril de 2011
Size matters...*
Ontem ao fim da noite, um miúdo na casa dos seus 17, 18 anos toca-me num braço e diz-me:
- "costumas andar por Lisboa?"
- sim.
- sério?
- sim
- então o que dizes a combinarmos alguma coisa?
- o quê?
- podíamos combinar
- ah... hummm, não. não me parece.
- não? 'tá bem. ok.
Ora isto pouco tinha de surreal se o miúdo não tivesse à volta de um metro e meio de altura. Sério. E não estou a exagerar. Dava-me pouco acima do cotovelo. 4 dedos acima, arrisco-me eu a dizer. Se eu por mim tenho 1,68m e estava com uns saltos de 11 cms... dá para imaginar eu toda dobrada a tentar perceber a criatura. O que vale é que o diálogo durou pouco, senão tinha tido um ataque de espondilose fulminante. Só a mim. (reler nota 1 do post anterior). E logo a mim que gosto tanto de ter olhar para cima.
* e a idade também. e já agora, a abordagem. e tudo.
- "costumas andar por Lisboa?"
- sim.
- sério?
- sim
- então o que dizes a combinarmos alguma coisa?
- o quê?
- podíamos combinar
- ah... hummm, não. não me parece.
- não? 'tá bem. ok.
Ora isto pouco tinha de surreal se o miúdo não tivesse à volta de um metro e meio de altura. Sério. E não estou a exagerar. Dava-me pouco acima do cotovelo. 4 dedos acima, arrisco-me eu a dizer. Se eu por mim tenho 1,68m e estava com uns saltos de 11 cms... dá para imaginar eu toda dobrada a tentar perceber a criatura. O que vale é que o diálogo durou pouco, senão tinha tido um ataque de espondilose fulminante. Só a mim. (reler nota 1 do post anterior). E logo a mim que gosto tanto de ter olhar para cima.
* e a idade também. e já agora, a abordagem. e tudo.
Não tem titulo. (e se tiver acentos é uma sorte)
Notas para mim mesma:
- nunca mais acabar a noite no One. mas nunca mais mesmo. [e quem diz acabar diz voltar a entrar. o "tenho idade para ser tua mãe" foi a coisa que mais me passou pela cabeça na hora que lá estive].
- beber mais devagar.´
- manter a táctica de sair mais cedo de modo a evitar cenas e despedidas que não se querem ter. [a frase é "deixa estar, fica aí... escusas de me ir levar à porta que eu vou bem]
- não ligar o rádio do carro na volta para casa. [cada música, cada lembrança, que sequencia foi aquela, escolhida a dedo para me moer o juízo?]
- se o vizinho abrir a porta dele, fechar a minha mais depressa de modo a evitar ouvir "bom dia" e responder "boa noite"
- não voltar a deixar cair um copo em pleno chão da cozinha às 6 da manhã
- não pensar sequer em mexer no telemóvel, quanto mais em escrever uma mensagem
- não desejar que já fosse Domingo.
- não me deitar com fome. [nem com saudades]
Só por causa das coisas...
... vou sair. Por causa das coisas e porque a pensar morreu um burro. E como eu de burra não tenho nada... ala que se faz tarde.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
(esta coisa de não dar a cara no blogue, às vezes tem mais de mau que de bom!)
Às meninas que me conhecem... vão lá votar em mim no passatempo da Zilian no Facebook! Foot Casting. É ir e votar. Uma vez por dia, que vos dá saúde e alegria e o meu reconhecimento sincero.
Às meninas [e meninos] que não me conhecem... também podem ir e tentarem adivinhar quem sou eu. Na dúvida, não votem. ;)
Às meninas [e meninos] que não me conhecem... também podem ir e tentarem adivinhar quem sou eu. Na dúvida, não votem. ;)
April Fool's Day...
Traduzindo: dia dos tolos. (em Portugual, dia das mentiras)
Para algumas pessoas, o dia dos tolos é todos os dias. Hoje é só mais uma manifestação idiota dessa tolice que lhes está inerte. Corre-lhes no sangue. P'lo amor da santa, deixem-se de disparates e cresçam. Tenham um pingo de classe. Acham que frases dessas têm alguma credibilidade num dia como o de hoje? Ganhem juízo e não sejam rameiras.
(e era agora que eu gostava que certas pessoas descobrissem o meu blogue)
Para algumas pessoas, o dia dos tolos é todos os dias. Hoje é só mais uma manifestação idiota dessa tolice que lhes está inerte. Corre-lhes no sangue. P'lo amor da santa, deixem-se de disparates e cresçam. Tenham um pingo de classe. Acham que frases dessas têm alguma credibilidade num dia como o de hoje? Ganhem juízo e não sejam rameiras.
(e era agora que eu gostava que certas pessoas descobrissem o meu blogue)
Para dar ainda mais moral neste dia de sol...
Diz que a Alessandra Ambrosio é mais as vozes que as nozes.
Um amigo meu esteve no Brasil, em Florianopolis, por alturas do Carnaval.
No meio dos seus contactos e afins, esteve à conversa com a Alessanda Ambrosio.
Ontem, diz-me ele assim: olha que a Alessandra é girinha mas não é nada de especial; não é boazona, não tem ancas sequer, tem umas perninhas magrinhas magrinhas... é muito magra. Demasiado. Tem é aquele palminho de cara e aquele cabelão.
Ao que eu digo: sim sim, deve ser deve.
E ele insiste: estou-te a dizer que não. Ao vivo, é fraquinha. Gira, mas fraquinha. Já da Adriana Lima não digo mal. Aquilo sim... que mulherão.
Por isso, meninas, há esperança para nós.
Um amigo meu esteve no Brasil, em Florianopolis, por alturas do Carnaval.
No meio dos seus contactos e afins, esteve à conversa com a Alessanda Ambrosio.
Ontem, diz-me ele assim: olha que a Alessandra é girinha mas não é nada de especial; não é boazona, não tem ancas sequer, tem umas perninhas magrinhas magrinhas... é muito magra. Demasiado. Tem é aquele palminho de cara e aquele cabelão.
Ao que eu digo: sim sim, deve ser deve.
E ele insiste: estou-te a dizer que não. Ao vivo, é fraquinha. Gira, mas fraquinha. Já da Adriana Lima não digo mal. Aquilo sim... que mulherão.
Por isso, meninas, há esperança para nós.
Desta coisa de se fazerem planos...
Há muito tempo que não tinha planos com tanta antecipação. É practicamente sempre na base do "são 22h, queres ir ao cinema à meia noite?". Ou "queres ir sair a algum lado?, quando?, daqui a 20 minutos estou à tua porta". Ou "estás em casa? Abre-me a porta.". Ou "já estavas a dormir? é que estou a caminho". E o que é certo é que sempre correu bem assim. Mas se na quarta-feira ter planeado coisas para o Domingo me soube bem e me deixou com um sorriso, hoje dou por mim a pensar que em 3 dias pode acontecer tanta coisa. Isto e aquilo e o caraças. E nem sou de ser pessimista. [aliás, se não fosse o meu optimismo... adiante]. Deve ser mesmo da falta de hábito. Se calhar, temos de começar a fazer isto mais vezes. Uma vez por outra. Planear. Coisas. Os dois.
(ok, estava a mentir. também temos planos para Julho, que isto é 8 ou 80. é como em tudo.)
(ok, estava a mentir. também temos planos para Julho, que isto é 8 ou 80. é como em tudo.)
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