E não é que foi bom? E digo isto sem qualquer especie de fantasia. Foi bom rever pessoas "antigas" na nossa vida, rir de momentos passados, abrir os olhos a cada "a sérioooo? já teve outro bebe?", ouvir o clássico "tu continuas igual"!
E dançar, dançar também foi bom. E conversar e rir-me com estranhos (quer dizer, eu era a estranha, eles os conhecidos... coisa ultrapassável!). Sempre neguei que houvesse razões extra jogo jogado que me levassem a ser do Benfica e continuo a negar. Mas que podíamos ser felizes podíamos, Rúben.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
'Tá frio e então... o que se faz??
Vai-se ali jantar à grande e dançar muito com os meus lindos sapatos novos! E até vou de verde, na esperança e na fé que a ti esta noite te dê uma dor de barriga dos diabos. :)
Só um acrescento ao post anterior...
"Estar de braços cruzados a ver no que dá" é só em relação a isto, a ti, ou whatever. Porque a minha vida não vai fazer pause. Nunca o fez e agora muito menos.
Da bipolaridade que me assiste...
Hoje acordei com uma confiança brutal em mim e em que tudo ía correr e acabar bem. Até posso estar de braços cruzados a ver no que dá, mas não os baixo.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Serendipity or stupidity?
Num momento de frieza pura e dura, no meio de uma fila de trânsito ao som do always dos Bon Jovi (maldita M80)!, apaguei "O" número da minha lista telefónica do telemóvel. Fechei os olhos, mas com o coração apertadinho confesso, disse que sim, que tinha a certeza que queria eliminar o contacto. Não sei o número de cor. Nunca soube. E não sou de agendas, portanto... não o tinha em mais lado nenhum. First step... done.
Cheguei a casa da minha mãe, pousei as chaves do carro na mesinha do telefone, olhei mais fixamente e lá estava um papel, escrito por mim à pressa antes da viagem para Barcelona, a sair da agenda da mãe: "B. 92........".
Fod#a-se. Voltei a escreve-lo no telemóvel. First step... undo.
Cheguei a casa da minha mãe, pousei as chaves do carro na mesinha do telefone, olhei mais fixamente e lá estava um papel, escrito por mim à pressa antes da viagem para Barcelona, a sair da agenda da mãe: "B. 92........".
Fod#a-se. Voltei a escreve-lo no telemóvel. First step... undo.
Das novelas...
No anúncio da Tvi à nova novela, a protagonista pergunta a uma fonte, ou à água ou a um poço ou ao que fôr qualquer coisa como: como se faz para um homem gostar de uma mulher?
O anúncio não dá a a resposta. É um teaser. Deve ser mesmo preciso ver a novela. Mas de qualquer forma se a água for verdadeira diz-lhe "despreza-o com todas as forças". E eu não consigo deixar de achar triste que essa seja a fórmula.
O anúncio não dá a a resposta. É um teaser. Deve ser mesmo preciso ver a novela. Mas de qualquer forma se a água for verdadeira diz-lhe "despreza-o com todas as forças". E eu não consigo deixar de achar triste que essa seja a fórmula.
Não quero contos de fadas...
... mas também não quero viver sempre sob o espectro do suspense.
[Isto só porque ontem alguém me disse: essa vossa cena é um filme do caralh#. nos filmes, elas esperam sossegadas pelo que há-de vir. faz o mesmo, fica quieta]
[Isto só porque ontem alguém me disse: essa vossa cena é um filme do caralh#. nos filmes, elas esperam sossegadas pelo que há-de vir. faz o mesmo, fica quieta]
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
E só para terminar com esta saga...
E quem estava à espera de me ver a pôr aqui e noutro lado o "never mind I'll find someone like you" da Adele... desengane-se. Eu estou mais a favor de um "fuck you, I won't do what you tell me"!
Quem quiser que me julgue... (tu não!) #5
Mas há sempre aquele momento em que estamos mais vulneráveis: quando as dúvidas começam a ser mais fortes, quando atingimos o limite e temos que dizer qualquer coisa, quando achamos que não faz sentido sequer haver fios soltos (porque se não dizemos e tentamos calar o que nos vai na alma em prol de uma paz bonita mas por dentro estamos em clima guerra connosco próprios... estamos somente a "mentir" também a quem não queremos que nos minta. e eu nunca fui de exigir dos outros aquilo que não posso dar). E quando chega esse momento, nada mais há a fazer senão perguntarmos. Quem não tem problemas responde de boa vontade. Quem tem rabo preso tenta levar a questão a outro patamar e virar o bico ao prego conforme mais lhe convém. E foi isso que fizeste. Acusaste-me sem razão de estar outra vez no teu fb à tua revelia, como se o meu mundo girasse somente à tua volta. Ou como se vivesses na Terra e eu em Marte, e não houvesse sequer a minima possibilidade de eu vir a perceber algumas coisas. Tentaste insultar a minha inteligência, mesmo sabendo que eu de burra não tenho nada. Mandaste-me arranjar uma vida e deixar de viver a vida dos outros (WTF? Eu sempre vivi a minha vida e tu a tua). Tentaste atingir-me de uma forma completamente idiota porque não sabias como o fazer de outra forma. Atacaste-me para te defenderes, instinto básico da humanidade ou, pelo menos, daqueles que sabem que não têm assim tanta razão. Tiveste medo da verdade e das suas consequências. Não és burro, sabes bem que a verdade ía ter consequências. E disseste que tinhas medo de mim, do que eu podia fazer, da forma como eu me movimentava para atingir os meus fins. Foste baixo. E disseste que eu tinha voltado a jogar baixo. Eu que sempre tentei acreditar em ti. Eu que nunca te menti. Eu que apenas sempre joguei o jogo que tu querías que eu jogásse. E fi-lo pelas tuas regras, pela tua batuta... mas sempre sendo eu. Aquele "eu" com quem tu dizes sentir-te tão bem. Disseste também que não me querias mais. Mas essa deixa é minha, não achas? Não serei eu que tenho motivos para não te querer mais? E isso doi-te tanto a ti como a mim. Tu é que ainda não sabes isso, mas quando tirares a máscara do ofendido vais descobrir. Tanto tempo a brincarmos como o fogo das redes socias e logo agora que eu nada fiz para me queimar é que me deitas água fria para cima? Ganha juízo pah... que eu ainda estou aqui para te ouvir e gosto de ti. Só não sei até quando.
Quem quiser que me julgue...(tu não!) #4
Eu joguei da forna que me levaram a jogar. Certo é que aquele novo alter ego só serviu para eu me maçar mais. E rir também da idiotice que ía vendo. Fui descoberta porque quis, ou porque dei um passo em falso como tu dizes, ao colocar um like numa música tua. Não foi um passo em falso. Soube bem o que estava a fazer. Eu sabia que tu ías saber imediatamente que aquele like era meu e não de nenhuma outra pessoa que tu nem sequer conhecias. Só podia ser meu. Confrontaste-me entre risos e eu admiti. Estavamos empatados. Acabou-se o alter ego contigo a dizer que "epá, caí outra vez e vou voltar a cair de certeza". E eu ri-me e disse "é preciso que eu me dê a esse trabalho, mas achas que me vou dar ao trabalho? tu estás aqui comigo e eu sou eu... e isso é que me interessa, tudo o resto é merda".
E não me dei mais ao trabalho. Cansava-me com isso. Desgastava-me desnecessariamente. Confesso que algumas vezes tive vontade de o fazer. Mas nunca o fiz, até porque o Mundo é aquele tremoço e quando eu menos esperava e sem procurar surgiam informações daqui e dali. Dear God, como é pequeno o Mundo. E o nosso jogo continuou, sem hi5, sem fb. Era o jogo do mano a mano, cara a cara. Quando surgiram dúvidas devido ao tamanho do Mundo, perguntei-te sempre directamente. Como deve ser. Como os amigos fazem. E assim fomos vivendo e crescendo. Se calhar houve uma altura em que me deixei de perguntas e comecei a viver o dia a dia, só. E apesar de algumas dúvidas pendentes, consegui sempre ultrapassar isso e fui-te dando o melhor de mim. Fui sempre eu contigo. Não o sei ser de outra forma.
E não me dei mais ao trabalho. Cansava-me com isso. Desgastava-me desnecessariamente. Confesso que algumas vezes tive vontade de o fazer. Mas nunca o fiz, até porque o Mundo é aquele tremoço e quando eu menos esperava e sem procurar surgiam informações daqui e dali. Dear God, como é pequeno o Mundo. E o nosso jogo continuou, sem hi5, sem fb. Era o jogo do mano a mano, cara a cara. Quando surgiram dúvidas devido ao tamanho do Mundo, perguntei-te sempre directamente. Como deve ser. Como os amigos fazem. E assim fomos vivendo e crescendo. Se calhar houve uma altura em que me deixei de perguntas e comecei a viver o dia a dia, só. E apesar de algumas dúvidas pendentes, consegui sempre ultrapassar isso e fui-te dando o melhor de mim. Fui sempre eu contigo. Não o sei ser de outra forma.
Quem quiser que me julgue...(tu não) #3
O Hi5 entretanto estava a morrer. Já ninguém lhe ligava. E nós inclusivé. Todo o tempo que tinhamos livre era para nós, cara a cara. Até que surgiu uma separação forçada (?) pela vida e por tontices e medos de parte a parte. Um viva ao messenger e ao telemóvel, que passaram a ser os meios de comunicação quando havia motivos para comunicação. E agora lembro-me que nunca publiquei nada no teu hi5, nunca fiz um comentário a uma foto sequer. Sempre achei que, lá por ter sido o método que gerou conhecimento, não tinha que me expôr na tua página com palavras meigas, brutas ou normais. Nunca o fiz enquanto estivemos juntos, muito menos fazia sentido faze-lo depois de separados. Nos entretantos, voltamos ao convivio dos fins de semana, mas nem assim, uma palavra minha o teu perfil recebeu. Nunca fui de me gabar nas redes sociais, só para meter inveja ao mundo, sabes? Criei o blogue e gabava-me aqui. Até que em Janeiro, quando nada o fazia prever (o tal malfadado Janeiro), lançaste-me a bomba nas mãos, na alma e no coração. E o teu hi5 foi então invadido por merdices de outra pessoa. Nunca me meti, nunca as comentei, nunca te falei disso sequer. Ignorei (te) simplesmente. E respeitei-te, como sempre. Bendito blogue que me ajudou a ultrapassar tantas coisas. E veio o facebook, que me fez por cobro a um hi5 já morto. E veio Abril que te trouxe outra vez até mim. E em Dezembro de 2009, tornamo-nos amigos de FB. Tu convidaste, eu aceitei. Simpatica, mas sempre com a postura de "nunca intrometida". Mais uma vez, nem um comentário no mural ou a uma foto, nem um like sequer. Havia que me manter fiel aos meus principios e às minhas regras de não comunicar qualquer sentimento, vontade ou o que fosse por ali. Tu não te metias no meu apesar de o veres, eu não me metia no teu mesmo vendo o que às vezes via. O que é certo é que também nunca ligaste muito ao facebook, passava-te um pouco ao lado. O problema do FB é que, mesmo não se ligando, não se consegue controlar o que os outros lá escrevem. "O" problema. E de repente, bloqueaste-me. Assim do nada. Reclamei, pois claro. Riste-te e disseste que era uma experiência. Resolvi borrifar-me para isso, que o facebook só traz problemas. Até que um dia, me desbloqueias mas não te voltas a tornar meu amigo porque "depois há coisas que não podes ver e tal, ahahahaha, adoro quando ficas assim lixada, vê isto como um jogo". Também não te convidei. Mas tu sabias que isso me ía moer. Olha que merda, se éramos amigos de tanta forma e de tantas cores, porque não poderíamos ser amigos de Fb? Na minha cabeça, estava feito o filme "se não me queres como tua amiga é porque de facto há coisas que nao queres que eu veja, queres jogar? bora lá ver quem ganha então". Novo Alter ego a funcionar, convite feito, convite aceite. Ganhei. Foi o jogo pelo jogo. A culpa foi tua, não minha... eu só aceitei o desafio.
Quem quiser que me julgue... (tu não) #2
Através do tal "alter ego" do nome sem rosto do post anterior, tornei-me "amiga" de várias pessoas escolhidas sem grande critério e apenas por uma questão de credibilidade de perfil perante a tal terceira pessoa. Nunca tive qualquer tipo de contacto com essas 10 ou 20 pessoas. Eram só para fazer número, lá está. Mas no meio delas, havia uma que se destacava e que me fez ter vontade de a ter na minha lista verdadeira. E eu, que não sou nada de meter conversa, nem fazer convites de amizade a quem de nada sei, levada num instinto qualquer resolvi que talvez fosse boa ideia, pelo menos mal não traría ao Mundo, se metesse conversa. E assim foi. Eu meti conversa. Não o meu alter-ego, eu. O alter ego já tinha sido morto e enterrado alguns dias antes. Fui eu que me dei a conhecer, foi comigo que as conversas se prolongaram até às tantas, fui eu que me ri à gargalhada durante noites a fio, fui eu que delirei com aquilo. Eu, sem qualquer máscara, sem qualquer barreira, sem estar por trás de um rosto sem nome, nem a fazer-me passar por alguém. Fui eu que estive ali contigo. Só eu. O mesmo "eu" que se deu a conhecer a ti já sem um écran a separar-nos. E sem sequer pensar que aquele que estava ali a falar comigo podia não passar de uma simples fotografia de perfil. Eu acreditei em ti às primeiras linhas. Eu confiei desde o começo de tudo. E quis ganhar a tua confiança também. Alguns dias mais tarde, quando me perguntáste "mas como é que chegaste ao meu perfil se nem amigos em comum temos?" a minha resposta foi a mais sincera possível: fui dona de um alter ego. E expliquei-te as razões. Chamaste-me diabólica, com um sorriso nos lábios. Já lá vão quase 3 anos.
Quem quiser que me julgue... (tu não) #1
Eu sou aquela pessoa que em 10 anos de namoro nunca viu o telemóvel, nem o mail, nem os bolsos, nem nada do namorado.
Eu sou aquela pessoa que punha as mãos no fogo pelo namorado que tinha, achando-o incapaz de qualquer coisa que me fizesse mal.
Eu sou aquela pessoa que ao fim de 10 anos de namoro, quando se soube traída, quis apenas ver o rosto da pessoa em questão e o que dizia, tendo para isso usado formas menos licitas.
Eu sou aquela pessoa que assim descobriu que já era uma coisa que durava há alguns meses antes do fim.
Eu sou aquela pessoa que se indignou e chocou com algumas coisas que leu nas actualizações dessa pessoa.
Eu sou aquela pessoa que tinha nos contactos do seu telémovel o número da dita e nunca sequer lhe passou pela cabeça tirar satisfações ou o que fosse dessa pessoa.
Eu sou aquela pessoa que, depois de saber o que me interessava, perdeu o interesse total em continuar a saber sobre a vida virtual dessa pessoa.
Eu sou aquela pessoa a quem o namorado nunca foi capaz de admitir que o fim do namoro tinha também (mas não só atenção) intervenção de terceiros.
Eu sou aquela pessoa que veio a descobrir por acaso 2 anos depois do fim, no meio de um concerto no Alive!, que afinal aquela não tinha sido a primeira traição e fingiu que já sabia.
Eu sou aquela pessoa que nunca confrontou a sério o ex-namorado com nada disto. Por medo? Não. Por indiferença. Simplesmente não me interessava. A escolha já estava feita. E o confronto apenas resultaria numa negação contínua dele. O "negar até morrer" é um lema presente em todos os homens.
Se é bonito fazer-me passar por outro ser qualquer que nem rosto tinha sequer? Não, não é.
Se magoei alguém com este gesto? Nunca faría tal coisa com o intuito de magoar alguém. Apenas me magoei a mim, que sofri em silêncio. Sofri, mas mesmo assim fiquei mais leve com a descoberta. E se algum dia tiver que contar isto ao meu ex., contarei... mas sem um pingo de vergonha.
Eu sou aquela pessoa que punha as mãos no fogo pelo namorado que tinha, achando-o incapaz de qualquer coisa que me fizesse mal.
Eu sou aquela pessoa que ao fim de 10 anos de namoro, quando se soube traída, quis apenas ver o rosto da pessoa em questão e o que dizia, tendo para isso usado formas menos licitas.
Eu sou aquela pessoa que assim descobriu que já era uma coisa que durava há alguns meses antes do fim.
Eu sou aquela pessoa que se indignou e chocou com algumas coisas que leu nas actualizações dessa pessoa.
Eu sou aquela pessoa que tinha nos contactos do seu telémovel o número da dita e nunca sequer lhe passou pela cabeça tirar satisfações ou o que fosse dessa pessoa.
Eu sou aquela pessoa que, depois de saber o que me interessava, perdeu o interesse total em continuar a saber sobre a vida virtual dessa pessoa.
Eu sou aquela pessoa a quem o namorado nunca foi capaz de admitir que o fim do namoro tinha também (mas não só atenção) intervenção de terceiros.
Eu sou aquela pessoa que veio a descobrir por acaso 2 anos depois do fim, no meio de um concerto no Alive!, que afinal aquela não tinha sido a primeira traição e fingiu que já sabia.
Eu sou aquela pessoa que nunca confrontou a sério o ex-namorado com nada disto. Por medo? Não. Por indiferença. Simplesmente não me interessava. A escolha já estava feita. E o confronto apenas resultaria numa negação contínua dele. O "negar até morrer" é um lema presente em todos os homens.
Se é bonito fazer-me passar por outro ser qualquer que nem rosto tinha sequer? Não, não é.
Se magoei alguém com este gesto? Nunca faría tal coisa com o intuito de magoar alguém. Apenas me magoei a mim, que sofri em silêncio. Sofri, mas mesmo assim fiquei mais leve com a descoberta. E se algum dia tiver que contar isto ao meu ex., contarei... mas sem um pingo de vergonha.
Peço desculpa, mas hoje o dia vai ser de posts longos.
Ignorem-me, comentem, digam de vossa justiça, façam o que quiserem. Mas eu sempre disse que este espaço era o meu diário. E nos diários escrevem-se coisas que fazem parte de nós. Desculpem.
O problema não sou eu.
É as pessoas acharem que podem dizer tudo sem ouvirem sequer o que as outras têm a dizer. É as pessoas pensarem que podem fazer dos outros parvos a toda a hora. É as pessoas criticarem as outras com base num passado, aquele que até os juntou, sem verem o que fazem no presente. É as pessoas julgarem e acusarem os outros só porque assim parece que ficam mais leves. É as pessoas não se olharem ao espelho e verem naquilo que se tornaram. É as pessoas acreditarem que coicidências não existem, que o Mundo é enorme, que tudo se pode esconder. É as pessoas desvalorizarem a inteligência das outras. É as pessoas não saberem que nem todos nos regemos pela mesma batuta de comportamentos. É as pessoas não perceberem que o melhor jogo é aquele que se joga limpo. É as pessoas viverem a pensar que ninguém joga limpo. É as pessoas esconderem-se por trás de argumentos tristes e falsos e de palavras conjugadas ao sabor de uma raiva que é delas mesmas. É as pessoas acharem que todas as outras são iguais a elas. É as pessoas não terem tomates para admitir o que fazem e o que não fazem. É as pessoas acharem que são o centro da vida das outras e que tudo gira à sua volta. É as pessoas pensarem que não há fumo sem fogo, nem duas sem três. É as pessoas acreditarem que estão no direito de serem sempre donas da razão. É as pessoas darem a volta ao prego, tentado assim pôr-se a salvo, nem que para isso tenham que espetar facas nas costas de quem nunca lhes fez nem faría mal. É as pessoas partirem de pressupostos errados para tomarem decisões também elas erradas. É as pessoas serem estúpidas, mas tão estupidamente estúpidas, ao ponto de maltratarem e magoarem quem mais bem lhes quer. O problema não sou eu. És tu.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Só me está a puxar a ideia para avarias...
... de todas as espécies. Expira, inspira e mantém-te sossegada e quieta alma de Deus! É para teu bem., que assim ganhas mais do que perdes. Aiiiiiii...
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Janeiro.
Tenho uma malapata com o Janeiro, tenho. Tudo me parece muito mais negro, muito mais complicado, o copo está sempre mais vazio e as ondinhas de meio metro parecem tsunamis. É como se andasse com uma bomba relógio dentro de mim à espera que alguém prima o botão.
E sim, está tudo bem. Por agora. Até agora. Mas o Janeiro acorda-me os medos e cabe-me a mim lidar com eles até os adormecer de novo.
E sim, está tudo bem. Por agora. Até agora. Mas o Janeiro acorda-me os medos e cabe-me a mim lidar com eles até os adormecer de novo.
Das músicas e assim...
Qual o prazo de validade de uma música? Quando é que um hit de Verão começa a ficar ultrapassado? Quando é que se passa de um "que música é esta?" para um "já não posso com esta música!"?
Neste momento torna-se urgente acelerar e alargar a todas as pessoas normais o processo de enjoo em relação à pegadinha do Michel Teló. Já ouvimos, já dançamos, já nos rimos, já cantarolamos... agora chega, que também já enjoamos. Alguns pelo menos. Outros pensam seriamente em gastar 30 euros no bilhete do concerto. Sério, as pessoas assustam-me.
Neste momento torna-se urgente acelerar e alargar a todas as pessoas normais o processo de enjoo em relação à pegadinha do Michel Teló. Já ouvimos, já dançamos, já nos rimos, já cantarolamos... agora chega, que também já enjoamos. Alguns pelo menos. Outros pensam seriamente em gastar 30 euros no bilhete do concerto. Sério, as pessoas assustam-me.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
...
De há uns tempos para cá, são mais as coisas que deixo por dizer do que por fazer. E ainda não sei se isso é bom, porque a longo prazo não sei onde isso me poderá levar.
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