segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Diz que vai começar a caça à multa e que a temperatura vai baixar bastante.
Era só isto. No título despachei o post. Se for caso disso, desenvolverei o tema "temperatura". Da doideia das multas recuso-me a falar.
domingo, 17 de outubro de 2010
Há noites boas... esta foi uma delas.
Voltei a sair só com rapazes. Não os mesmos de sexta. Outros. Haja variedade.
Voltei a dizer se as miúdas eram giras ou não. Eles acham mesmo que eu tenho bom gosto.
O Twins já teve muito melhores noites. O Lux estava bom. O Europa devia ser exterminado do mapa.
O Michael Carreira até é engraçado ao vivo. E alto.
E agora não me vou desmaquilhar. Nem vou comer nada. O sono não deixa.
Voltei a dizer se as miúdas eram giras ou não. Eles acham mesmo que eu tenho bom gosto.
O Twins já teve muito melhores noites. O Lux estava bom. O Europa devia ser exterminado do mapa.
O Michael Carreira até é engraçado ao vivo. E alto.
E agora não me vou desmaquilhar. Nem vou comer nada. O sono não deixa.
sábado, 16 de outubro de 2010
E quem foi que entornou metade de um prato de sopa em cima da roupinha da night?
A badalhoquenta e desastrada que vos escreve.
F#d@-se.
F#d@-se.
Oh mãe, história boa é a minha...
A minha mãe esta tarde a contar-me a história da relação, ou qualquer coisa do tipo, da minha prima...
Mãe: e depois a tia contou-me que a prima tinha conhecido um rapaz no dia em que a avó morreu. quando ía para a terra e toda chorosa, sentou-se no comboio ao pé de um rapaz que meteu conversa com ela, preocupado de a ver assim. Depois trocaram telefones e ele até ligou no dia do funeral a saber como ela estava. E a partir daí falavam muito e trocavam sms. E depois passaram a encontrar-se. Ele até foi ter com ela num fim de semana. Mais tarde até se mudou, porque trabalhava em Lisboa mas já estava farto disto e arranjou emprego na zona de Coimbra (aparte: a minha prima está em Coimbra). Nem sei se namoram. Ele quer, pelo que a tua tia diz. Ela tem medo... da vida.
Eu: e dizes tu que essa história é boa?
Mãe: então já viste como são as coisas? Ela conheceu o rapaz quando estava a vir para o funeral da avó. Ele há coisas... se não fosse isso se calhar nunca se tinham conhecido.
Eu: mãe querida, um dia conto-te uma história melhor que essa. Tão melhor que essa.
Mãe: mas história de quem?
Eu: minha, mãe... minha. [aparte: tão melhor, tão mais intensa, tão perfeitinha, tão nossa. só não me apeteceu contar-lhe esta tarde com pormenores. ela era capaz de se entusiasmar e começar a dizer que nada acontece por acaso. e ainda há o problema do conceito "blind date after net", coisa que ainda é capaz de lhe fazer confusão. ou se calhar até não.]
Mãe: e depois a tia contou-me que a prima tinha conhecido um rapaz no dia em que a avó morreu. quando ía para a terra e toda chorosa, sentou-se no comboio ao pé de um rapaz que meteu conversa com ela, preocupado de a ver assim. Depois trocaram telefones e ele até ligou no dia do funeral a saber como ela estava. E a partir daí falavam muito e trocavam sms. E depois passaram a encontrar-se. Ele até foi ter com ela num fim de semana. Mais tarde até se mudou, porque trabalhava em Lisboa mas já estava farto disto e arranjou emprego na zona de Coimbra (aparte: a minha prima está em Coimbra). Nem sei se namoram. Ele quer, pelo que a tua tia diz. Ela tem medo... da vida.
Eu: e dizes tu que essa história é boa?
Mãe: então já viste como são as coisas? Ela conheceu o rapaz quando estava a vir para o funeral da avó. Ele há coisas... se não fosse isso se calhar nunca se tinham conhecido.
Eu: mãe querida, um dia conto-te uma história melhor que essa. Tão melhor que essa.
Mãe: mas história de quem?
Eu: minha, mãe... minha. [aparte: tão melhor, tão mais intensa, tão perfeitinha, tão nossa. só não me apeteceu contar-lhe esta tarde com pormenores. ela era capaz de se entusiasmar e começar a dizer que nada acontece por acaso. e ainda há o problema do conceito "blind date after net", coisa que ainda é capaz de lhe fazer confusão. ou se calhar até não.]
Ele diz... eu sorrio.
eu: B., tive uma ideia: se passares 2 meses a mandar-me sms lamechas de meia em meia hora, a ligar-me 30 vezes por dia, a seres uma melga... se calhar assim, tirava-te da minha vida.
ele: não tiravas nada.
E é por isto que eu gosto tanto dele. É por toda aquela certeza com que ele diz as coisas, mesmo que a vida seja incerta. E é por ele as dizer também com os olhos.
[mas B., lá por eu dizer que se me enchesses de sms e chamadas saías da minha vida, não quer dizer que se não me ligares nadinha permaneças por cá eternamente. Não quero um 80, mas também não há necessidade de um 8. Sim, porque há alturas em que eu gosto do meio termo.]
ele: não tiravas nada.
E é por isto que eu gosto tanto dele. É por toda aquela certeza com que ele diz as coisas, mesmo que a vida seja incerta. E é por ele as dizer também com os olhos.
[mas B., lá por eu dizer que se me enchesses de sms e chamadas saías da minha vida, não quer dizer que se não me ligares nadinha permaneças por cá eternamente. Não quero um 80, mas também não há necessidade de um 8. Sim, porque há alturas em que eu gosto do meio termo.]
Friday night...
Era suposto ser só um café entre amigos para pôr a conversa em dia. Acabou no bbc, comigo a dançar, eles os dois a verem as miúdas... e eu a dizer, com a minha voz soberana, se supostamente elas valeríam ou não a pena. Ontem foi assim. Hoje não sei como será.
Encontrar um ex-namorado/caso/paixão da universidade também foi interessante. Continua giro, continua simpático, continua interessante, continua "convencido" mas em versão sofisticada. E eu agora parece que ainda tenho mais respostas na ponta da língua do que há 11 anos atrás. [dito por ele, confirmado com agrado por mim]
As frases e os clichés do costume "ah e tal já não te vía à imenso tempo, continuas igual" é que passaram a ser substituídas por "tenho-te visto no facebook". Modernices.
Encontrar um ex-namorado/caso/paixão da universidade também foi interessante. Continua giro, continua simpático, continua interessante, continua "convencido" mas em versão sofisticada. E eu agora parece que ainda tenho mais respostas na ponta da língua do que há 11 anos atrás. [dito por ele, confirmado com agrado por mim]
As frases e os clichés do costume "ah e tal já não te vía à imenso tempo, continuas igual" é que passaram a ser substituídas por "tenho-te visto no facebook". Modernices.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Devo estar doida... só pode.*
Fui correr pela segunda manhã consecutiva, o que vindo de mim, é uma proeza digna de registo.
*ou será tranquila?
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Cá estou eu acordada a estas belas horas... *
... a ver o último mineiro a sair da mina. e a emocionar-me.
... a apalpar um galo na cabeça. e a sorrir.
... a bocejar. e a não ter sono para dormir.
... a culpar alguém por uma música que agora não me sai da cabeça. e a ouvi-la mais uma vez.
* eléctrica, mesmo sem ter bebido um único café. porque será? :)
... a apalpar um galo na cabeça. e a sorrir.
... a bocejar. e a não ter sono para dormir.
... a culpar alguém por uma música que agora não me sai da cabeça. e a ouvi-la mais uma vez.
* eléctrica, mesmo sem ter bebido um único café. porque será? :)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Hoje está a ser um dia bom...
Já ri, já chorei, já beijei, já abracei... já fui tão feliz hoje.
E vou continuar a ser feliz até tu voltares outra vez... [Mesmo sem ti aqui ao meu lado, prometo.]
E vou continuar a ser feliz até tu voltares outra vez... [Mesmo sem ti aqui ao meu lado, prometo.]
A parede, hoje, encontra-se em stand by...
Sim, o meu telemóvel mexeu-se... e eu sorri e ainda não consigo ficar indiferente a isto. [nem quero. damn me!]. Esta história do salvamento dos mineiros amoleceu-me. Deve ser isso.
The miners rescue...
... acompanhado em directo. Isto é maravilhoso. É um renascer para 33 homens.
E a vitalidade com que eles saíem de dentro da cápsula, depois de 69 dias naquelas condições, é qualquer coisa de fantástica. Go Chile!
só para que conste#1: às 12h10m, 9 de 33 resgatados.
só para que conste#2: e para quem nem água tinha, chegam à superficie com muito bom aspecto e com um ar bastante limpo.
E a vitalidade com que eles saíem de dentro da cápsula, depois de 69 dias naquelas condições, é qualquer coisa de fantástica. Go Chile!
só para que conste#1: às 12h10m, 9 de 33 resgatados.
só para que conste#2: e para quem nem água tinha, chegam à superficie com muito bom aspecto e com um ar bastante limpo.
Rita, eu não descreveria melhor a situação... *
"Há aqueles dias em que davamos tudo para que o nosso telefone tocasse. Tudo. Acordamos a olhar para ele, vemos se não haverá uma mensagem perdida, uma chamada não atendida. A cada toque o coração dispara, a cada mensagem já vemos o nome dele. E o dia todo, a tampa abre e fecha freneticamente. Depois há alturas em que pensamos: vamos deixá-lo na carteira, longe dos nossos olhos, como se isso o fizesse tocar. Naqueles momentos em que lá fica, cresce a esperança. Os segundos entre o que demoramos a procurá-lo e o temos na nossa mão, são momentos de (falsa) felicidade, porque julgamos: sim, vai ser agora. Mas não é, nunca é. Esse momento não chega. E nesses dias o que não faltam são: chamadas de números anónimos (aqui mais uma esperança que seja ele a ligar de um número desconhecido), de mensagens da zone, da optimus, do diabo a 4. Mas nunca é a chamada ou a mensagem que queremos.
Chego a pensar que o telefone está avariado, peço às amigas para voltarem a ligar para eu saber que está mesmo a funcionar. Quando uma me diz: "ainda agora te liguei e tinhas o telefone desligado", volta a aumentar a esperança. Evito os sítios sem sinal, ou com pouco, não se vá dar o caso dele ligar. Cheguei ao ridículo há pouco de enviar uma mensagem a mim própria, só para confimar se estava tudo bem e o aparelho a funcionar.
No meio de tudo isto, tenho a certeza que não vai haver telefonema, mas ainda há espaço para todos estes pensamentos. Não tenho como evitar."
Daqui, com a devida vénia e solidariedade
* por aqui também há dias que se passam assim, exactamente assim... à procura de um sinal, à espera de um toque, de uma palavra. A diferença é que eu acredito mesmo que o meu venha a tocar... só não sei é se terei ainda forças para o atender. Por isso, às vezes, até o ponho no silêncio...
Chego a pensar que o telefone está avariado, peço às amigas para voltarem a ligar para eu saber que está mesmo a funcionar. Quando uma me diz: "ainda agora te liguei e tinhas o telefone desligado", volta a aumentar a esperança. Evito os sítios sem sinal, ou com pouco, não se vá dar o caso dele ligar. Cheguei ao ridículo há pouco de enviar uma mensagem a mim própria, só para confimar se estava tudo bem e o aparelho a funcionar.
No meio de tudo isto, tenho a certeza que não vai haver telefonema, mas ainda há espaço para todos estes pensamentos. Não tenho como evitar."
Daqui, com a devida vénia e solidariedade
* por aqui também há dias que se passam assim, exactamente assim... à procura de um sinal, à espera de um toque, de uma palavra. A diferença é que eu acredito mesmo que o meu venha a tocar... só não sei é se terei ainda forças para o atender. Por isso, às vezes, até o ponho no silêncio...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Nada como chorar baba e ranho...
... para ficarmos ainda com pior aspecto do que aquele com que acordamos de manhã. "Ah e tal mas alivia a alma"... alivia a alma o c@r@lh#.
Ou se calhar isto só quer dizer que ainda não chorei tudo o que havia para chorar. Bring me the kleenex, please.
Ou se calhar isto só quer dizer que ainda não chorei tudo o que havia para chorar. Bring me the kleenex, please.
Da filosofia ninja...
Ninjutsu: Paciência para esperar o momento certo do ataque, perspicácia para pensar na melhor maneira de agir, e autoconhecimento, que permite tirar vantagem dos suas próprias fraquezas, são as ferramentas utilizadas para alcançar a vitória. [E com um fato preto, nunca me comprometo]
Sim, é isto tudo e mais alguma coisa...
... falta-me o brilho nos olhos, o sentido de humor e as gargalhadas.
... falta-me um emprego.
... falta-me o sexo, os beijos supremos e as conversas cúmplices.
... falta-me a auto-estima, a confiança e o meu super ego.
... falta-me o estímulo, a atitude e a vontade.
... falta-me o brilho.
E quando já se teve isto tudo em doses bem aviadas, sente-se ainda mais a falta. Mas eu sei que ainda está tudo cá dentro amontoado num canto qualquer, à espera que algo aconteça. À procura de algo que despolete uma reacção em cadeia, que faça tudo voltar à superfície.
E eu, nos entretantos, ando triste, apaixonada, desanimada, irritada, angustiada, perdida. E ando chata, tão chata. Eu sei.
... falta-me um emprego.
... falta-me o sexo, os beijos supremos e as conversas cúmplices.
... falta-me a auto-estima, a confiança e o meu super ego.
... falta-me o estímulo, a atitude e a vontade.
... falta-me o brilho.
E quando já se teve isto tudo em doses bem aviadas, sente-se ainda mais a falta. Mas eu sei que ainda está tudo cá dentro amontoado num canto qualquer, à espera que algo aconteça. À procura de algo que despolete uma reacção em cadeia, que faça tudo voltar à superfície.
E eu, nos entretantos, ando triste, apaixonada, desanimada, irritada, angustiada, perdida. E ando chata, tão chata. Eu sei.
A crescer...
... e em 5 minutos a parede cresceu uns bons e irreversíveis 70 cms. 1 metro de parede. A este ritmo, amanhã por esta hora, já temos a obra concluída.
[quem é que tu pensas que és? eu sei quem continuo a ser, mas a ti já não te reconheço. e aquela conversa foi um erro. um erro também ele irreversível, embora, infelizmente, mantenha tudo o que te disse letra por letra... e sabes porquê? porque sou sincera. não minto. nem invento nada que não sinta só para ver os outros bem. e agora, mesmo passada contigo, dizia-to na cara outra vez... mas depois voltava-te as costas só para não ver o teu sorriso. agora odeio-te. e odeio-me mais ainda por me deixar magoar por ti. e agora digo-te que não me mereces. agora fiquei assim, amanhã não sei como estarei.]
[quem é que tu pensas que és? eu sei quem continuo a ser, mas a ti já não te reconheço. e aquela conversa foi um erro. um erro também ele irreversível, embora, infelizmente, mantenha tudo o que te disse letra por letra... e sabes porquê? porque sou sincera. não minto. nem invento nada que não sinta só para ver os outros bem. e agora, mesmo passada contigo, dizia-to na cara outra vez... mas depois voltava-te as costas só para não ver o teu sorriso. agora odeio-te. e odeio-me mais ainda por me deixar magoar por ti. e agora digo-te que não me mereces. agora fiquei assim, amanhã não sei como estarei.]
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
The wall...
A parede é tua. Arquitectada por ti e construída por mim, ao ritmo que tu impões.
Foram lançados os primeiros tijolos no dia 18 de Setembro. Em 4 dias ergueram-se 3 filas. Dia 22 a obra parou. Estagnou por falta de matéria prima e da licença de construção. Ontem recomeçou. Tijolo a tijolo vai crescendo. Não sei quanto tempo demorará até chegar ao 1,90m. Pode levar dias, semanas ou meses... ou pode até nunca ficar pronta. Mas se ficar, não vai ser nada fácil de derrubar. E o mais certo é aleijares-te quando a tentares saltar. [para evitar pés torcidos e pernas partidas, podes sempre tirar-me a pá e o cimento das mãos]
Adenda ao anterior...
"precisamos de falar sobre nós quando vieres" por sms.
A rapariga vai numa viagem de trabalho... era preciso agonia-la umas horas antes de ela se enfiar num avião?
Era preciso aquela sms disparatada e fora de tempo? O menino acha que precisam de falar? Pois com certeza, afinal o diálogo é a base de uma boa relação. Mas accionar o mecanismo de contagem decrescente da bomba sem dizer o porquê da explosão não me parece bem.
Não se lançam estas coisas para o ar. Não se deixa uma pessoa a fazer filmes. Se já sabe que é preciso falar, seja lá o que fôr a conversa, não deixa para mais tarde. Fala logo.
Mas são homens ou são ratos? Ratos, pois claro. E de laboratório.
A rapariga vai numa viagem de trabalho... era preciso agonia-la umas horas antes de ela se enfiar num avião?
Era preciso aquela sms disparatada e fora de tempo? O menino acha que precisam de falar? Pois com certeza, afinal o diálogo é a base de uma boa relação. Mas accionar o mecanismo de contagem decrescente da bomba sem dizer o porquê da explosão não me parece bem.
Não se lançam estas coisas para o ar. Não se deixa uma pessoa a fazer filmes. Se já sabe que é preciso falar, seja lá o que fôr a conversa, não deixa para mais tarde. Fala logo.
Mas são homens ou são ratos? Ratos, pois claro. E de laboratório.
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