quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O Mundo está cheio de pessoas parvas...
... por isso, não é de estranhar que durante a minha existência tenha de me cruzar com algumas. E o que se pode fazer? Ignorar. Apenas isso.
...
Apetecia-me bolo de chocolate. Sem coberturas ou recheios. Bolo de chocolate simples, caseiro, feito com fermento royal, claras em castelo e afins.
E mimos. Mimos também caíam bem agora.
E mimos. Mimos também caíam bem agora.
Desisto.
"O sofrimento é passageiro, desistir é para sempre." Lance Armstrong
E eu desisto. Sem reticências. Com ponto final.
E eu desisto. Sem reticências. Com ponto final.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Do cansaço...
Não estou bem. Não estou nada bem. Estou cansada. Cansada de mim, das pessoas, dele, da minha vida, dos problemas, dos copos meio vazios. De tudo. Estou tão cansada.
E já sei que se tem de olhar para as coisas de uma forma optimista. E quando o comprimido para a febre fizer efeito, eu prometo que olho.
Até lá, deixem-me delirar do alto dos meus 39,3º que apareceram mais uma vez sem aviso prévio. Mas confesso que tenho medo deste delírio.
E já sei que se tem de olhar para as coisas de uma forma optimista. E quando o comprimido para a febre fizer efeito, eu prometo que olho.
Até lá, deixem-me delirar do alto dos meus 39,3º que apareceram mais uma vez sem aviso prévio. Mas confesso que tenho medo deste delírio.
Tudo igual...
Liguei a tv à pouco... vi as notícias. Uma calmaria de meter dó: nem a Federação Portuguesa de Futebol se demitiu, nem o Queiroz foi à vidinha dele, nem o acordão do caso Casa Pia foi posto online. Nada. Apenas o Primeiro a distribuir Magalhães aos meninos. O costume portanto.
Liguei a net à pouco... fui aos blogues e ao facebook. Uma certa agitação na blogosfera: já há quem se queixe do tempo, quem fale roupas de Inverno, quem se queixe da vida, quem não se queixe de nada, e quem fale sobre bébés, dos seus e dos das outras. Tudo igual. Nada contra, nada a favor. Continuo sempre com a velha máxima: cada um escreve o que quer no seu blogue. É para isso que cada um tem o seu.
Liguei a net à pouco... fui aos blogues e ao facebook. Uma certa agitação na blogosfera: já há quem se queixe do tempo, quem fale roupas de Inverno, quem se queixe da vida, quem não se queixe de nada, e quem fale sobre bébés, dos seus e dos das outras. Tudo igual. Nada contra, nada a favor. Continuo sempre com a velha máxima: cada um escreve o que quer no seu blogue. É para isso que cada um tem o seu.
Das coisas que não me atrevo a fazer...
... e que me dava jeito que alguém fizesse por mim (ou comigo):
- pegar num berbequim e fazer uns furitos na parede. Objectivo: colocar varão e os cortinados lindos adquiridos hoje. (na falta de escadote, convém ser alguém alto. e com mãos firmes e decididas)
- mudar lâmpadas dos focos do tecto. Objectivo: não parecer que se está sempre em modo romântico, à média/fraca luz. (continua a mesma falta de escadote, mas serve um banco... desde que seja alguém alto.)
- "sintonizár-me" a treta do sistema de som com a tv, o dvd e afins. Objectivo: usar as colunas, já que as comprei. (não é preciso ser-se alto, mas quem faz uma coisa faz logo duas ou três)
- ir ao Ikea. Objectivo: carregar com uma estante e montá-la. (é só preciso alguém com boa vontade e força de braços. alguém que já se tenha oferecido para o efeito, por exemplo.)
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Ultimamente tem acontecido muito...
... lembrar-me do que sonho durante a noite. Com mais ou menos detalhes, com mais ou menos nitidizez... lembro-me de tudo. Os sonhos variam entre o absurdo, o desejado, a loucura e a vida real. Às vezes acordo e sorrio, outras vezes suspiro, noutras tento esquecer.
Esta noite sonhei que, num terraço de uma casa alta, subia acima de um escadote até ver a vista. E surpreendi-me com uma Lagoa das Sete Cidades e um Empire State Building reflectido naquela água. O pior foi mesmo descer do escadote, possuída por um ataque de vertingens que nem sequer tenho. Mas lá desci. E lá estava a minha mãe à espera, a dizer-me que sabia que eu era capaz. E ele. Sim, ele também lá estava a segurar o escadote para evitar qualquer queda. Deve ser esta a função de um anjo da guarda (e não fui eu que lhe chamei isto): segurar nos sonhos o que não se é capaz de fazer na vida real. Seja.
O que isto quererá dizer não sei. Mas que Açores e Nova Iorque fazem parte dos meus planos... lá isso fazem. Sem ele, com ele... who cares? NY brevemente passará de plano a realidade. Espero.
Esta noite sonhei que, num terraço de uma casa alta, subia acima de um escadote até ver a vista. E surpreendi-me com uma Lagoa das Sete Cidades e um Empire State Building reflectido naquela água. O pior foi mesmo descer do escadote, possuída por um ataque de vertingens que nem sequer tenho. Mas lá desci. E lá estava a minha mãe à espera, a dizer-me que sabia que eu era capaz. E ele. Sim, ele também lá estava a segurar o escadote para evitar qualquer queda. Deve ser esta a função de um anjo da guarda (e não fui eu que lhe chamei isto): segurar nos sonhos o que não se é capaz de fazer na vida real. Seja.
O que isto quererá dizer não sei. Mas que Açores e Nova Iorque fazem parte dos meus planos... lá isso fazem. Sem ele, com ele... who cares? NY brevemente passará de plano a realidade. Espero.
domingo, 5 de setembro de 2010
Este miúdo tem pinta...
Diogo...à procura do sonho
Adenda de last minute: e não é que ganhou? e a miúda também é gira que se farta!
sábado, 4 de setembro de 2010
Constatações de sábado à noite...
- depois de um Dafalgan para a dor de cabeça... venham as caipiroskas no Bairro. Ou será mojitos?
- não visto calças de ganga desde meio de Julho. E também ainda não será hoje.
- as saudades, ai as saudades... e o querer... e tudo.
Das comparações... (outra vez.)
Há quem diga que o chocolate é um substituto do sexo.
E eu, acabadinha de aviar meia tablete, digo que quem diz isto é tolo. E mentiroso. Muito mentiroso.
E eu, acabadinha de aviar meia tablete, digo que quem diz isto é tolo. E mentiroso. Muito mentiroso.
Das comparações...
No futebol há faltas leves que não dão em cartões. São faltas simples, sem agressividade. Puros acasos do jogo.
Na vida há faltas que nem sequer se sentem. Não se dá por elas. Simplesmente porque são insignificantes e facilmente substituiveis.
No futebol há faltas duras, muito duras. Às vezes o árbitro apita e marca a falta, mas não mostra cartão. Algumas vezes, exibe-o sem hesitar à primeira falta cometida. Noutras deixa o jogo andar de falta em falta até dizer quem manda. E noutras ainda não sabe bem o que fazer e só quando algum jogador faz o gesto do cartão com a mão é que ele se lembra de o mostrar. É o chamado, em linguagem futebolística, "cartão a pedido".
Na vida há faltas que se sentem. Que são capazes de magoar ao ponto de deixar marcas e mazelas por longos períodos de tempo. Sofre-se a primeira, a segunda, a terceira e acumulam-se dores na alma. Mas na vida não há árbitros, as pessoas são polivalentes: jogam e têm de ajuizar o seu próprio jogo e o da equipa que as rodeia. E se ver cartões é complicado, mostrar cartões ainda pode ser mais díficil: exige discernimento e um certo distanciamento; exige saber olhar com olhos de ver; exige consciência.
No futebol o amarelo avisa, o vermelho expulsa. O amarelo é acumulativo, o vermelho é definitivo.
Na vida... é igual. E também na vida há quem pareça "pedir cartões". É o chamado "estás a pedi-las". E eu tenho os meus no bolso, prontos a serem mostrados. A côr? Logo se vê, depende da intensidade da falta. E então... vens a jogo?
Na vida há faltas que nem sequer se sentem. Não se dá por elas. Simplesmente porque são insignificantes e facilmente substituiveis.
No futebol há faltas duras, muito duras. Às vezes o árbitro apita e marca a falta, mas não mostra cartão. Algumas vezes, exibe-o sem hesitar à primeira falta cometida. Noutras deixa o jogo andar de falta em falta até dizer quem manda. E noutras ainda não sabe bem o que fazer e só quando algum jogador faz o gesto do cartão com a mão é que ele se lembra de o mostrar. É o chamado, em linguagem futebolística, "cartão a pedido".
Na vida há faltas que se sentem. Que são capazes de magoar ao ponto de deixar marcas e mazelas por longos períodos de tempo. Sofre-se a primeira, a segunda, a terceira e acumulam-se dores na alma. Mas na vida não há árbitros, as pessoas são polivalentes: jogam e têm de ajuizar o seu próprio jogo e o da equipa que as rodeia. E se ver cartões é complicado, mostrar cartões ainda pode ser mais díficil: exige discernimento e um certo distanciamento; exige saber olhar com olhos de ver; exige consciência.
No futebol o amarelo avisa, o vermelho expulsa. O amarelo é acumulativo, o vermelho é definitivo.
Na vida... é igual. E também na vida há quem pareça "pedir cartões". É o chamado "estás a pedi-las". E eu tenho os meus no bolso, prontos a serem mostrados. A côr? Logo se vê, depende da intensidade da falta. E então... vens a jogo?
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Das bolhas, do verniz e das unhas...
Comprovei isto hoje. 9 unhas: base, 1 camada de verniz Risqué Santa Gula, spray secante. 1 unha: base, 2 camadas de verniz Risqué Santa Gula, spray secante. 9 unhas sem bolhinhas ou bolinhas ou como lhe queiram chamar. 1 unha com bolhinhas.
A culpa é da segunda camada. Só ainda não sei bem a razão de acontecer. Possivelmente será da secagem entre camadas. Farei nova averiguação quando este verniz já estiver como há-de ir (ler, em mau estado). Voltarei para contar os resultados.
A culpa é da segunda camada. Só ainda não sei bem a razão de acontecer. Possivelmente será da secagem entre camadas. Farei nova averiguação quando este verniz já estiver como há-de ir (ler, em mau estado). Voltarei para contar os resultados.
Hoje...
Hoje é sexta feira. Por norma, devia ser um dia bom. Até agora não foi. Mas ainda não acabou... e eu quero muito que ainda venha a ser.
[pelo sim pelo não, vou ali à janela pedir o desejo à estrela...(e agora devia por aqui o link que remetia para outro post onde explicava isto mas não me apetece procurar)]
[pelo sim pelo não, vou ali à janela pedir o desejo à estrela...(e agora devia por aqui o link que remetia para outro post onde explicava isto mas não me apetece procurar)]
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
E hoje é isto...
Podia falar sobre a complicação que é a Fidelidade Seguros. Podia falar sobre a simpatia do rapaz da rent-a-car e de como aquelas fardas necessitam de melhoramentos a curto prazo. Podia falar sobre a falta de chá de algumas miúdas armadas em mulheres. Podia falar de como é urgente arranjar uma nova manicure que saiba o que faz. Podia falar da falta que me faz a minha antiga manicure e afins e de como aquelas mãos de fada foram de vez para o Brasil e me deixaram aqui entregue às bruxas. Podia falar sobre os 2 mini magnuns que já marcharam hoje. Podia falar sobre a temperatura que desceu uns 4 ou 5 graus, mas que mesmo assim não me faz pensar nas novas colecções de Inverno das lojas.
Mas não estou para aí virada. Nem para aí nem para lado nenhum.
Por isso, digo só que vou ali ao Casino do Estoril ver Nouvelle Vague. Talvez cante, mas só talvez. Talvez sorria com a alma. Talvez me lembre de ti... Won't you dance with me in my world of fantasy? Won't you dance with me... Ritual fertility.
Mas não estou para aí virada. Nem para aí nem para lado nenhum.
Por isso, digo só que vou ali ao Casino do Estoril ver Nouvelle Vague. Talvez cante, mas só talvez. Talvez sorria com a alma. Talvez me lembre de ti... Won't you dance with me in my world of fantasy? Won't you dance with me... Ritual fertility.
Estados d'alma...
And the days they linger on, yeah
Every night I'm waiting for
The real possibility that I may meet you in my dreams
I go to sleep
(come back)
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