Em 2 horas, uma embalagem inteira. Carentezinha, carentezinha. Não mata, mas mói. Não alivia, mas distrai.
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sábado, 3 de dezembro de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Não é o sol, a praia, as noites quentes, as sms, os concertos, uns bons saldos, os 40 graus... não.
É isto.
É isto que me anda a fazer falta comó caraças. E ainda não é hoje. Nem amanhã. Fazes-me falta.
sábado, 23 de julho de 2011
...
2 fins de semana seguidos com ele no meio de muita música, amigos, pó, fotos, copos, comidas estranhas, conversas parvas, saltos, palmas, conversas sérias, cavalitas e gargalhadas.
Resultado prático: esta sexta-feira estou entediada como não estava há muito. (nota: entediada não quer dizer triste, é entediada só)
Fé, mas com certezas: no próximo fim de semana é que é. ou volta a ser.
Resultado prático: esta sexta-feira estou entediada como não estava há muito. (nota: entediada não quer dizer triste, é entediada só)
Fé, mas com certezas: no próximo fim de semana é que é. ou volta a ser.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Estados d'alma...
[voltas pois. que eu ainda mando aqui qualquer coisa]
só para que conste: tanto sou capaz de te cantar olhos nos olhos o "fuck you" do Cee lo Green como pôr aqui esta lamechice! sou tão multifacetada, não sou? ;)
terça-feira, 14 de junho de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Desta coisa de se fazerem planos...
Há muito tempo que não tinha planos com tanta antecipação. É practicamente sempre na base do "são 22h, queres ir ao cinema à meia noite?". Ou "queres ir sair a algum lado?, quando?, daqui a 20 minutos estou à tua porta". Ou "estás em casa? Abre-me a porta.". Ou "já estavas a dormir? é que estou a caminho". E o que é certo é que sempre correu bem assim. Mas se na quarta-feira ter planeado coisas para o Domingo me soube bem e me deixou com um sorriso, hoje dou por mim a pensar que em 3 dias pode acontecer tanta coisa. Isto e aquilo e o caraças. E nem sou de ser pessimista. [aliás, se não fosse o meu optimismo... adiante]. Deve ser mesmo da falta de hábito. Se calhar, temos de começar a fazer isto mais vezes. Uma vez por outra. Planear. Coisas. Os dois.
(ok, estava a mentir. também temos planos para Julho, que isto é 8 ou 80. é como em tudo.)
(ok, estava a mentir. também temos planos para Julho, que isto é 8 ou 80. é como em tudo.)
quinta-feira, 17 de março de 2011
Estou aqui com uma vontade...
Não. É melhor não. Firme e hirta. É acumular e assobiar para o lado. No acumular é que pode estar o ganho. Longe de mim telemóvel do demo. Longe.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Parabéns B.
Hoje é o teu dia. O ano passado achei por bem deixar-te apenas uma sms no telemóvel. Só eu sei o que me custou não falar contigo. Só eu sei as lágrimas que me caíram ao mesmo tempo que as frases se compunham na mensagem. E só eu sei o que sorri ao ver a tua resposta.
Hoje, 365 dias depois passados entre saudades, lágrimas, sorrisos, conversasnunca banais, gargalhadas, pele na pele, falsos adeus, olhos nos olhos, conversas frontais, beijos divinais e noites fantásticas, continuo a pensar da mesma forma: és a minha pessoa favorita. és a minha pessoa.
E hoje gostava de te poder abraçar e dizer-te ao ouvido "parabéns miúdo, és lindo... e é tão bom ver-te crescer". [e talvez, no meio do abraço, te apalpasse o rabo... só assim naquela de não se tornar num momento demasiado lamechas. e talvez também te dissesse "gosto de ti, desde o primeiro dia em que te vi].
Bem, na impossiblidade do abraço, ligo-te... e logo se vê que discurso me sai...
Hoje, 365 dias depois passados entre saudades, lágrimas, sorrisos, conversas
E hoje gostava de te poder abraçar e dizer-te ao ouvido "parabéns miúdo, és lindo... e é tão bom ver-te crescer". [e talvez, no meio do abraço, te apalpasse o rabo... só assim naquela de não se tornar num momento demasiado lamechas. e talvez também te dissesse "gosto de ti, desde o primeiro dia em que te vi].
Bem, na impossiblidade do abraço, ligo-te... e logo se vê que discurso me sai...
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A. In the mood for...,
eu beijar-te agora? não sejas tolo.,
HdMV,
saudades
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Estados d'alma...
Ouvir isto a caminho de casa tem destas coisas: agora além dos beijos na boca, apetecia-me que também me encostasses à parede...
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Faço das tuas minhas palavras...*
Tempestade, dizes tu? Com certeza, you are the thunder and I am the lightning...
* porque eu não era ninguém se não aproveitasse a tua última sms para fazer um post.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Rita, eu não descreveria melhor a situação... *
"Há aqueles dias em que davamos tudo para que o nosso telefone tocasse. Tudo. Acordamos a olhar para ele, vemos se não haverá uma mensagem perdida, uma chamada não atendida. A cada toque o coração dispara, a cada mensagem já vemos o nome dele. E o dia todo, a tampa abre e fecha freneticamente. Depois há alturas em que pensamos: vamos deixá-lo na carteira, longe dos nossos olhos, como se isso o fizesse tocar. Naqueles momentos em que lá fica, cresce a esperança. Os segundos entre o que demoramos a procurá-lo e o temos na nossa mão, são momentos de (falsa) felicidade, porque julgamos: sim, vai ser agora. Mas não é, nunca é. Esse momento não chega. E nesses dias o que não faltam são: chamadas de números anónimos (aqui mais uma esperança que seja ele a ligar de um número desconhecido), de mensagens da zone, da optimus, do diabo a 4. Mas nunca é a chamada ou a mensagem que queremos.
Chego a pensar que o telefone está avariado, peço às amigas para voltarem a ligar para eu saber que está mesmo a funcionar. Quando uma me diz: "ainda agora te liguei e tinhas o telefone desligado", volta a aumentar a esperança. Evito os sítios sem sinal, ou com pouco, não se vá dar o caso dele ligar. Cheguei ao ridículo há pouco de enviar uma mensagem a mim própria, só para confimar se estava tudo bem e o aparelho a funcionar.
No meio de tudo isto, tenho a certeza que não vai haver telefonema, mas ainda há espaço para todos estes pensamentos. Não tenho como evitar."
Daqui, com a devida vénia e solidariedade
* por aqui também há dias que se passam assim, exactamente assim... à procura de um sinal, à espera de um toque, de uma palavra. A diferença é que eu acredito mesmo que o meu venha a tocar... só não sei é se terei ainda forças para o atender. Por isso, às vezes, até o ponho no silêncio...
Chego a pensar que o telefone está avariado, peço às amigas para voltarem a ligar para eu saber que está mesmo a funcionar. Quando uma me diz: "ainda agora te liguei e tinhas o telefone desligado", volta a aumentar a esperança. Evito os sítios sem sinal, ou com pouco, não se vá dar o caso dele ligar. Cheguei ao ridículo há pouco de enviar uma mensagem a mim própria, só para confimar se estava tudo bem e o aparelho a funcionar.
No meio de tudo isto, tenho a certeza que não vai haver telefonema, mas ainda há espaço para todos estes pensamentos. Não tenho como evitar."
Daqui, com a devida vénia e solidariedade
* por aqui também há dias que se passam assim, exactamente assim... à procura de um sinal, à espera de um toque, de uma palavra. A diferença é que eu acredito mesmo que o meu venha a tocar... só não sei é se terei ainda forças para o atender. Por isso, às vezes, até o ponho no silêncio...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Estados d'alma...
[If you don't want me to leave... then don't push me away.]
So I'm gonna stay, yes I will
You can't push me to far
There's no space in my heart
Where I don't wanna love you
And if you ask me to leave
And I walked away
We'd still be alone
And we'd still be afraid
I'm going nowhere
I'm going nowhere
'Cause I'm gonna stay
When you just wanna fight
And there's tears in your eyes
'Cause you don't wanna love me
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Miss you like crazy...
... do sabor, do cheiro, de como me aquece a alma, e o corpo também, em dias assim. Que saudades das sopinhas da mãe. E de ti idiota.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
"E se...?"
"E" e "se" são duas palavras tão inofensivas... mas coloque-as juntas, lado a lado, e elas têm o poder de assombrá-la pelo resto da sua vida." "E se...?"
What if we were made for each other
Born to become best friends and lovers
[e este post resulta de ver filmes destes, a horas tardias, quando se tem saudades. sem lamechisses ou dramas, apenas saudades. :)]
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A. In the mood for...,
Eu sou "muito" e tu sabes,
saudades
sábado, 4 de setembro de 2010
Das comparações...
No futebol há faltas leves que não dão em cartões. São faltas simples, sem agressividade. Puros acasos do jogo.
Na vida há faltas que nem sequer se sentem. Não se dá por elas. Simplesmente porque são insignificantes e facilmente substituiveis.
No futebol há faltas duras, muito duras. Às vezes o árbitro apita e marca a falta, mas não mostra cartão. Algumas vezes, exibe-o sem hesitar à primeira falta cometida. Noutras deixa o jogo andar de falta em falta até dizer quem manda. E noutras ainda não sabe bem o que fazer e só quando algum jogador faz o gesto do cartão com a mão é que ele se lembra de o mostrar. É o chamado, em linguagem futebolística, "cartão a pedido".
Na vida há faltas que se sentem. Que são capazes de magoar ao ponto de deixar marcas e mazelas por longos períodos de tempo. Sofre-se a primeira, a segunda, a terceira e acumulam-se dores na alma. Mas na vida não há árbitros, as pessoas são polivalentes: jogam e têm de ajuizar o seu próprio jogo e o da equipa que as rodeia. E se ver cartões é complicado, mostrar cartões ainda pode ser mais díficil: exige discernimento e um certo distanciamento; exige saber olhar com olhos de ver; exige consciência.
No futebol o amarelo avisa, o vermelho expulsa. O amarelo é acumulativo, o vermelho é definitivo.
Na vida... é igual. E também na vida há quem pareça "pedir cartões". É o chamado "estás a pedi-las". E eu tenho os meus no bolso, prontos a serem mostrados. A côr? Logo se vê, depende da intensidade da falta. E então... vens a jogo?
Na vida há faltas que nem sequer se sentem. Não se dá por elas. Simplesmente porque são insignificantes e facilmente substituiveis.
No futebol há faltas duras, muito duras. Às vezes o árbitro apita e marca a falta, mas não mostra cartão. Algumas vezes, exibe-o sem hesitar à primeira falta cometida. Noutras deixa o jogo andar de falta em falta até dizer quem manda. E noutras ainda não sabe bem o que fazer e só quando algum jogador faz o gesto do cartão com a mão é que ele se lembra de o mostrar. É o chamado, em linguagem futebolística, "cartão a pedido".
Na vida há faltas que se sentem. Que são capazes de magoar ao ponto de deixar marcas e mazelas por longos períodos de tempo. Sofre-se a primeira, a segunda, a terceira e acumulam-se dores na alma. Mas na vida não há árbitros, as pessoas são polivalentes: jogam e têm de ajuizar o seu próprio jogo e o da equipa que as rodeia. E se ver cartões é complicado, mostrar cartões ainda pode ser mais díficil: exige discernimento e um certo distanciamento; exige saber olhar com olhos de ver; exige consciência.
No futebol o amarelo avisa, o vermelho expulsa. O amarelo é acumulativo, o vermelho é definitivo.
Na vida... é igual. E também na vida há quem pareça "pedir cartões". É o chamado "estás a pedi-las". E eu tenho os meus no bolso, prontos a serem mostrados. A côr? Logo se vê, depende da intensidade da falta. E então... vens a jogo?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Fim...
Acabou-se o Agosto. Não foi um mês fácil. Teve pontos fracos e fortes. Passou-se sem ser perfeito como podería e tinha tudo para ser. E apesar disso não consigo dizer "ainda bem que já lá vai, venha o Setembro". Sou uma pessoa de Verão e o mês de Agosto é definitivamente o meu mês.
Pelos vistos no bom e no mau.
Pelos vistos no bom e no mau.
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tardes de verão
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
Saturday thought...
Dá um mergulho no mar
Dá um mergulho sem olhar p'ra trás
Dá um salto no ar
Só para veres do que és capaz
Arrisca mais uma vez
Nem que seja só por arriscar
Nunca se tem muito a perder
Dá um mergulho no mar
Há tantas coisas por fazer
E tantas por inventar
Dá um mergulho no mar
E tu vais ver
Tu vais jogar
Tu vais perder
Tu vais tentar
Mais uma vez
E tu vais ver
E tu vais rir
Tu vais ganhar
Tens pouco tempo para ser só teu
Não esperes nem deixes passar *
Essa vontade que quer
Dar um mergulho no mar
Dá um mergulho sem olhar p'ra trás
Dá um salto no ar
Só para veres do que és capaz
Arrisca mais uma vez
Nem que seja só por arriscar
Nunca se tem muito a perder
Dá um mergulho no mar
Há tantas coisas por fazer
E tantas por inventar
Dá um mergulho no mar
E tu vais ver
Tu vais jogar
Tu vais perder
Tu vais tentar
Mais uma vez
E tu vais ver
E tu vais rir
Tu vais ganhar
Tens pouco tempo para ser só teu
Não esperes nem deixes passar *
Essa vontade que quer
Dar um mergulho no mar
* mas antes de arriscar, tentar e ganhar... vou deixar passar e vou dar um mergulho no mar. Depois... depois logo se vê.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
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