Guardamos sempre tudo para a última, é certo. Mas vamos indo aos acontecimentos. Alguma parte do caminho feita aos tropeções, outras etapas com classe, com sabedoria e com brilho. Somos nós, sempre a deixar para hoje o que poderíamos ter feito há uns dias ou meses atrás.
Mas lá vamos... porque o Europeu sem nós nem se fazia. Em 2012 é que é, Portugal. Pensamento positivo: pode ser o nosso ano. Ao menos no futebol. Siga.
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Do futebol de hoje...
Hala Madrid! Grande Mourinho, grande Ronaldo. Uma já está ganha.
( do outro clássico que se jogou hoje não falo. ainda estou para perceber como é que aconteceu aquilo. ganha-se no Dragão, perde-se na Luz... está aqui qualquer coisa que me está a falhar)
( do outro clássico que se jogou hoje não falo. ainda estou para perceber como é que aconteceu aquilo. ganha-se no Dragão, perde-se na Luz... está aqui qualquer coisa que me está a falhar)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
A 45 minutos...
... de estarem 3 equipas nacionais e 4 treinadores portugueses nos melhores 8 do futebol europeu. E nisto o FMI não manda.
Adenda: Já está! Parabéns aos 3 clubes. Parabéns ao SLB. E parabéns ao César Peixoto que fez o melhor jogo da época. Cá beijinho César!
Adenda: Já está! Parabéns aos 3 clubes. Parabéns ao SLB. E parabéns ao César Peixoto que fez o melhor jogo da época. Cá beijinho César!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Tenho um feeling...
... que o Mourinho não se limitou a enviar aquela carta de incentivo à selecção. Dentro do mesmo envelope vinha também a táctica de jogo e o onze inicial.
Isto sem querer tirar o mérito a ninguém, claro. E se, Paulo Bento, isto fôr só obra tua... sou menina para te elogiar e não fazer nenhuma piada acerca desse fato de treino foleirinho. A ver vamos como é que isto acaba.
[entretanto, nada como gramar com a Marta Leite Castro a babar-se com o Ronaldo...]
Isto sem querer tirar o mérito a ninguém, claro. E se, Paulo Bento, isto fôr só obra tua... sou menina para te elogiar e não fazer nenhuma piada acerca desse fato de treino foleirinho. A ver vamos como é que isto acaba.
[entretanto, nada como gramar com a Marta Leite Castro a babar-se com o Ronaldo...]
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Gosto tanto do José Mourinho...
... o título do post é repetido. Mas é mesmo assim. As coisas são como são. E este homem é de facto o "special one".
A mensagem que Mourinho enviou à selecção nacional...
"Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…
As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são - não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.
Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal - repito, não gosto de lhes chamar jogadores - têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles. (...)
E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva."
Ler na íntegra aqui.
Agora é colar isto na porta dos balneários. Pode ser que eles interiorizem a mensagem e a traduzam em vitórias. E que, ao menos no futebol, Portugal consiga ter uma alegria. Como diz o Mourinho, há coisas mais importantes... mas, infelizmente, essas só nos dão tristezas.
A mensagem que Mourinho enviou à selecção nacional...
"Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…
As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são - não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.
Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal - repito, não gosto de lhes chamar jogadores - têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles. (...)
E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva."
Ler na íntegra aqui.
Agora é colar isto na porta dos balneários. Pode ser que eles interiorizem a mensagem e a traduzam em vitórias. E que, ao menos no futebol, Portugal consiga ter uma alegria. Como diz o Mourinho, há coisas mais importantes... mas, infelizmente, essas só nos dão tristezas.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Paciência...
Este blogue estava a gostar de ser pelo Braga. Mas assim, sem cooperação, não há hipótese.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Das comparações...
No futebol há faltas leves que não dão em cartões. São faltas simples, sem agressividade. Puros acasos do jogo.
Na vida há faltas que nem sequer se sentem. Não se dá por elas. Simplesmente porque são insignificantes e facilmente substituiveis.
No futebol há faltas duras, muito duras. Às vezes o árbitro apita e marca a falta, mas não mostra cartão. Algumas vezes, exibe-o sem hesitar à primeira falta cometida. Noutras deixa o jogo andar de falta em falta até dizer quem manda. E noutras ainda não sabe bem o que fazer e só quando algum jogador faz o gesto do cartão com a mão é que ele se lembra de o mostrar. É o chamado, em linguagem futebolística, "cartão a pedido".
Na vida há faltas que se sentem. Que são capazes de magoar ao ponto de deixar marcas e mazelas por longos períodos de tempo. Sofre-se a primeira, a segunda, a terceira e acumulam-se dores na alma. Mas na vida não há árbitros, as pessoas são polivalentes: jogam e têm de ajuizar o seu próprio jogo e o da equipa que as rodeia. E se ver cartões é complicado, mostrar cartões ainda pode ser mais díficil: exige discernimento e um certo distanciamento; exige saber olhar com olhos de ver; exige consciência.
No futebol o amarelo avisa, o vermelho expulsa. O amarelo é acumulativo, o vermelho é definitivo.
Na vida... é igual. E também na vida há quem pareça "pedir cartões". É o chamado "estás a pedi-las". E eu tenho os meus no bolso, prontos a serem mostrados. A côr? Logo se vê, depende da intensidade da falta. E então... vens a jogo?
Na vida há faltas que nem sequer se sentem. Não se dá por elas. Simplesmente porque são insignificantes e facilmente substituiveis.
No futebol há faltas duras, muito duras. Às vezes o árbitro apita e marca a falta, mas não mostra cartão. Algumas vezes, exibe-o sem hesitar à primeira falta cometida. Noutras deixa o jogo andar de falta em falta até dizer quem manda. E noutras ainda não sabe bem o que fazer e só quando algum jogador faz o gesto do cartão com a mão é que ele se lembra de o mostrar. É o chamado, em linguagem futebolística, "cartão a pedido".
Na vida há faltas que se sentem. Que são capazes de magoar ao ponto de deixar marcas e mazelas por longos períodos de tempo. Sofre-se a primeira, a segunda, a terceira e acumulam-se dores na alma. Mas na vida não há árbitros, as pessoas são polivalentes: jogam e têm de ajuizar o seu próprio jogo e o da equipa que as rodeia. E se ver cartões é complicado, mostrar cartões ainda pode ser mais díficil: exige discernimento e um certo distanciamento; exige saber olhar com olhos de ver; exige consciência.
No futebol o amarelo avisa, o vermelho expulsa. O amarelo é acumulativo, o vermelho é definitivo.
Na vida... é igual. E também na vida há quem pareça "pedir cartões". É o chamado "estás a pedi-las". E eu tenho os meus no bolso, prontos a serem mostrados. A côr? Logo se vê, depende da intensidade da falta. E então... vens a jogo?
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Este blogue é pelo Braga.
Também começa por "B". Também joga de encarnado. Também tem um estádio lindo. E também vai jogar na Champions. E vai lá com mérito, tanto mérito. Porque está a jogar muito... e bem (reparar que aqui já não utilizo o "também").
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Oficialmente em estágio...
Desde a primeira derrota, do primeiro empate, do primeiro golo mal sofrido e do primeiro golo escandalosamente falhado que eu estou do vosso lado. E muitas vezes ouvi dizerem-me "Africa do Sul? Fazer o quê, ver animais ao Krugger Park? So se for isso, porque a jogarem assim...". E o meu orgulho nacional ficava ferido e limitava-se a responder "mais tarde conversamos, mas eu aposto que vamos...com toda a convicção!". Vi o caso mal parado, confesso. Mas mantive a aposta, firme e hirta! (sim, B. é da nossa aposta que aqui se fala!)
Por isso a modos que é assim...meninos aí de cima, vocês vejam lá se se atinam porque eu quero mesmo ganhar a aposta. Eu quero mesmo ir à Africa do Sul. Estamos entendidos? Espero que sim.
E agora, como ouvi dizer na TSF que "a selecção portuguesa permanece em descanso e concentração no hotel", depois de fazer um tour rapido pela minha quintarola, vou ser solidária e vou fazer o mesmo que os meninos: Nada! Afinal de contas, temos de estar unidos no objectivo comum, não é? ;)
Mensagem especial à selecção da Bosnia e seus adeptos (alguns, pelo menos): quem cospe por ultimo, cospe muitooooooo melhor!
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