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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Fofinho que só ele.

É de uns amigos de uma amiga. E é maravihoso.



terça-feira, 3 de maio de 2011

The new kids in town...

Com 2 semanas e pouco de vida. De branco, Romeu. De camel, Salvador. De black & white, Rodolfo. De listras, Vitória.


Ainda dizem que os animais não sentem...

Maria Francisca, mãe de Julieta, Violeta e Chico. Chico, depois de crescido e criado, foi descobrir o Mundo, mas nos primeiros dois anos ainda se dava ao trabalho de aparecer. Violeta e Julieta mantiveram-se por lá, fiéis ao local que as viu nascer. Violeta sempre mais na dela. Julieta mais apegada aos valores familiares. Nasceram-lhe entretanto dois filhos: o Bolas e a Riscas. Maria Francisca foi uma avó amorosa até ao dia em que partiu. Violeta também se foi. Ficou a Julieta e os seus meninos. Lindos que só eles, a crescerem a olhos vistos. Bolas mais sociável, Riscas mais medrosa. Inseparavéis nas brincadeiras, nos passeios, nos mimos à mãe. A Riscas morreu à dois meses, envenenada talvez. As lágrimas escorreram pelos olhos do Bolas durante dias a fio. Mal comia, mal se mexia. Aninhava-se na mãe Julieta e ali ficava deitado. Mas o Bolas é forte e não se deixou vencer pelo desgosto. Afinal de contas, tinha motivos para sorrir: voltou a ter irmãos. Quatro. Rodolfo, Salvador, Romeu e Vitória. A Julieta está novamente no papel de mãe extremosa. E o Bolas assume com brio o de irmão mais velho protector.
E agora é ver aquela familia a fazer o que todas deviam fazer: a estarem lá uns para os outros, com dedicação e carinho.

[eu que, sou muito mais de cães que de gatos, confesso-me rendida a estes] 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Afinal não são só os chineses que cometem atrocidades pavorosas. Que nojo de gente.

 Fiquei passada dos nervos com esta merda.  Isto mexe comigo. Revolta-me as entranhas. Causa-me falta de ar. É lerem, que isto não vai ter honras de reprodução no meu blogue.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Das touradas da vida...

Quando nos espetam facas nas costas e farpas na alma nós revoltamo-nos e muitas vezes choramos. Somos pessoas. É normal.

O mesmo se passa com o touro. É um animal, como qualquer outro.
E não há como ficar indiferente a isto.

terça-feira, 20 de julho de 2010

E acrescento ao anterior...

Mais depressa deixava algumas pessoas a pé, na berma de uma estrada qualquer, do que um cão*. Sem hesitações e sem sombra de dúvida.

E quando eu digo "pessoas" não me refiro a estranhos.

Hoje é dia do amigo...

... e há amizades condenadas à morte devido à estupidez e imbecilidade de uma das partes.

E se há coisa que me deixa triste é isto. Gente má que não sabe dar valor a quem os ama incondicionalmente. Como é que se pode abandonar um animal à sua sorte? Como é que se abandona um amigo?
E não quero saber se vou ser politicamente incorrecta ou se vão surgir criticas, mas a mim, muitas vezes, dói-me mais ver um animal abandonado na rua do que uma pessoa.