Não chegou a 2 do ano novo, como estava para ser. Preferiu vir no "binteoito" do ano velho. E diz que são 3 kilos e tal de pura saúde.
Sê bem vinda querida Inês. Este Mundo não está fácil, mas eu acredito que vais ser muito feliz aqui. Cheia de folhos, laços, cor-de-rosa e assim.
(e pais malucos e tias doidas, pois claro!)
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
"Estou Popota, mas em bom..."
Diz-me ela. A minha amiga mais grávida de todas. É a maior. E aguenta-te Inês que a tua mãe tem coisas combinadas comigo nesta quarta e, além disso, está frio cá fora. Bem, assim como assim... os gorros estão na moda! :)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Das amigas e das cegonhas...
Uma teve um menino na semana passada.
Uma está quase a ter uma menina.
Outras três estão entre as 13 e as 22 semanas.
E a sensação de "algumas que não estão mas a qualquer momento podem ficar".
Uma está quase a ter uma menina.
Outras três estão entre as 13 e as 22 semanas.
E a sensação de "algumas que não estão mas a qualquer momento podem ficar".
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Das amizades...
As minhas grandes amigas não se conhecem entre elas. Estou convencida que se juntasse a CF, a SBF, a CN e a ML à mesma mesa sería uma doideira.
São todas óptimas ouvintes. Conversadoras natas. Companhias maravilhosas de riso fácil. E tanto me amparam as lágrimas como vibram com os meus sorrisos. E eu tenho muita sorte por as ter na minha vida. E sei que posso sempre contar com elas, mesmo que a vida às vezes se disperse entre as horas dos dias atarefados e rotineiros.
Em Janeiro, tratamos desse grande evento. Que tal meninas? A convocatória segue dentro de uns dias...
[sinto cada vez mais o Grinch a minguar. até lacrimejei a escrever este post. Christmas spirit is coming...]
São todas óptimas ouvintes. Conversadoras natas. Companhias maravilhosas de riso fácil. E tanto me amparam as lágrimas como vibram com os meus sorrisos. E eu tenho muita sorte por as ter na minha vida. E sei que posso sempre contar com elas, mesmo que a vida às vezes se disperse entre as horas dos dias atarefados e rotineiros.
Em Janeiro, tratamos desse grande evento. Que tal meninas? A convocatória segue dentro de uns dias...
[sinto cada vez mais o Grinch a minguar. até lacrimejei a escrever este post. Christmas spirit is coming...]
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Das amizades...
A Ana Filipa deu-me a notícia que o meu ex ía ser pai. Fê-lo sem qualquer pudor, sem qualquer embaraço. Sabe que as coisas são como são. Tem consciência que não vale a pena esconder situações ou fingir que não sabe de nada. Compreende que de nada adianta não me contar porque mais tarde ou mais cedo eu iría saber. Ela sabe que o que lá vai lá vai e isto é tudo uma coisa natural. E é por isso que eu gosto da Ana Filipa. Porque ela age comigo como sempre agiu. Com frontalidade. Sem "escondes". Sem "não te disse porque achei que te ía chatear". A Ana Filipa nunca deixou de ser ela. E isso para mim é que é amizade. E tenho pena que nem todas as minhas amigas façam o mesmo.
[Carla Fernandes, calma... tu também és assim ;)]
[Carla Fernandes, calma... tu também és assim ;)]
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Adenda ao anterior...
"precisamos de falar sobre nós quando vieres" por sms.
A rapariga vai numa viagem de trabalho... era preciso agonia-la umas horas antes de ela se enfiar num avião?
Era preciso aquela sms disparatada e fora de tempo? O menino acha que precisam de falar? Pois com certeza, afinal o diálogo é a base de uma boa relação. Mas accionar o mecanismo de contagem decrescente da bomba sem dizer o porquê da explosão não me parece bem.
Não se lançam estas coisas para o ar. Não se deixa uma pessoa a fazer filmes. Se já sabe que é preciso falar, seja lá o que fôr a conversa, não deixa para mais tarde. Fala logo.
Mas são homens ou são ratos? Ratos, pois claro. E de laboratório.
A rapariga vai numa viagem de trabalho... era preciso agonia-la umas horas antes de ela se enfiar num avião?
Era preciso aquela sms disparatada e fora de tempo? O menino acha que precisam de falar? Pois com certeza, afinal o diálogo é a base de uma boa relação. Mas accionar o mecanismo de contagem decrescente da bomba sem dizer o porquê da explosão não me parece bem.
Não se lançam estas coisas para o ar. Não se deixa uma pessoa a fazer filmes. Se já sabe que é preciso falar, seja lá o que fôr a conversa, não deixa para mais tarde. Fala logo.
Mas são homens ou são ratos? Ratos, pois claro. E de laboratório.
Todos iguais, todos.
Ingratos, fingidos, mal agradecidos, medrosos, indecisos, estranhos, 80 ou 8. Todos iguais.
Mas enfim, se querem ser assim que sejam... mas não com as minhas amigas. Cambada de parvos. Fico furiosa.
[e não, não estou a falar sobre ti neste post. é que nem tudo o que se diz aqui é sobre ti. mas vendo bem também te encaixas em alguns adjectivos. cromo]
Mas enfim, se querem ser assim que sejam... mas não com as minhas amigas. Cambada de parvos. Fico furiosa.
[e não, não estou a falar sobre ti neste post. é que nem tudo o que se diz aqui é sobre ti. mas vendo bem também te encaixas em alguns adjectivos. cromo]
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
...
Há 15 dias quando a vi prometi-lhe que ela vinha passar uns dias à casa da relva... e que ía poder correr, saltar, andar atrás dos gatos, passear de trela na rua, ficar sentada ao portão a ver as pessoas passar, ladrar aos velhotes que usam cajado para ajudar o andar, tirar fotos... muitas fotos! Prometi-lhe que ela ía fazer tudo o que sempre fez ao longo de 9 anos e tal. A casa da relva era a casa de férias e de fins de semana dela. Adorava vir à terra e estar lá uma temporada. Nunca queria regressar à cidade. Era um custo entrar no carro.
O fim da vida a dois dos "donos" afastou-a da casa da relva. As visitas deixaram de ser tão frequentes, mas sempre que se proporcionava ela voltava lá e enchia a casa de vida e alegria.
E agora que estou na casa da relva... dou por mim a ouvir o tic tic tic das patinhas dela no chão e a deixar a porta do quarto entreaberta para ela poder entrar e deitar-se ali ao fundo da minha cama...
Eu prometi-lhe que ela voltava cá e não tive tempo de cumprir.
O fim da vida a dois dos "donos" afastou-a da casa da relva. As visitas deixaram de ser tão frequentes, mas sempre que se proporcionava ela voltava lá e enchia a casa de vida e alegria.
E agora que estou na casa da relva... dou por mim a ouvir o tic tic tic das patinhas dela no chão e a deixar a porta do quarto entreaberta para ela poder entrar e deitar-se ali ao fundo da minha cama...
Eu prometi-lhe que ela voltava cá e não tive tempo de cumprir.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Amigas...
A minha amiga V. faz anos hoje.
Já passei muitos dias e muitas noites com ela. Muitas passagens de ano.Viagens, fins de semana e férias. Muitos brindes a tudo e mais alguma coisa. Muito de muita coisa. Já partilhamos ansiedades e dúvidas. Desabafos e confissões. E tantas gargalhadas.
Também é verdade que já partilhamos mais tempo do que aquilo que fazemos agora. Também é verdade que as vidas eram diferentes. Mas também é verdade que lá por as vidas se terem modificado com o nascimento dos filhos (dela!) e pelo fim de uma relação longa (minha!) não quer dizer que a amizade tenha de mudar. Ou tenha de esfriar ou de sequer se tornar menos verdadeira. Menos real. Mais distante até, apesar dos poucos minutos que nos distanciam (somos vizinhas de "bairro"!).
Eu sei que ela gosta de mim. E eu também gosto dela. E sei que se nos encontrássemos hoje era como se nos tivessemos falado na semana passada. Sem stresses. Sem problemas. Sem qualquer amargura. Era como se nada fosse. Como se continuássemos presentes. Eu diria-lhe um "vê lá se dizes alguma coisa ou se combinamos qualquer coisa" e ela responderia um "isto com os miúdos é complicado. não ligo a ninguém".
E fico triste com isso. Por mim, porque sinto a falta da V..
Mas principalmente por ela. Porque não foi só de mim que ela se distanciou. Ela distanciou-se dos outros, da vida e dela própria. Parece que decidiu refugiar-se naquele mundinho dela, com os filhos e pouco mais. Isolou-se do mapa das amizades e esqueceu-se dela. E o pior é que eu sinceramente acho que ela ainda nem se apercebeu disso. E que talvez precise dos outros, os que não vivem lá em casa, para viver bem.
Não sou ninguém para a julgar, mas há momentos para tudo, há momentos para todos e há momentos para nós próprias. E um dia, quando a ficha cair, se calhar já é tarde para recuperar tempo perdido. E o tempo é vida.
A minha amiga V. faz anos hoje... e eu não lhe vou ligar para não lhe perturbar algum momento de qualquer coisa. E para não correr o risco também de ouvir do lado de lá "ó amiga, estou a meio de um banho ou de uma mamada ou de uma mudança de fralda ou do sono."
Mas mando-lhe uma sms, que sempre é mais pessoal que o facebook. E se calhar até lhe digo que tenho saudades dela.
(e tenho a certeza que a CF subscreve este post...inteirinho!)
Já passei muitos dias e muitas noites com ela. Muitas passagens de ano.Viagens, fins de semana e férias. Muitos brindes a tudo e mais alguma coisa. Muito de muita coisa. Já partilhamos ansiedades e dúvidas. Desabafos e confissões. E tantas gargalhadas.
Também é verdade que já partilhamos mais tempo do que aquilo que fazemos agora. Também é verdade que as vidas eram diferentes. Mas também é verdade que lá por as vidas se terem modificado com o nascimento dos filhos (dela!) e pelo fim de uma relação longa (minha!) não quer dizer que a amizade tenha de mudar. Ou tenha de esfriar ou de sequer se tornar menos verdadeira. Menos real. Mais distante até, apesar dos poucos minutos que nos distanciam (somos vizinhas de "bairro"!).
Eu sei que ela gosta de mim. E eu também gosto dela. E sei que se nos encontrássemos hoje era como se nos tivessemos falado na semana passada. Sem stresses. Sem problemas. Sem qualquer amargura. Era como se nada fosse. Como se continuássemos presentes. Eu diria-lhe um "vê lá se dizes alguma coisa ou se combinamos qualquer coisa" e ela responderia um "isto com os miúdos é complicado. não ligo a ninguém".
E fico triste com isso. Por mim, porque sinto a falta da V..
Mas principalmente por ela. Porque não foi só de mim que ela se distanciou. Ela distanciou-se dos outros, da vida e dela própria. Parece que decidiu refugiar-se naquele mundinho dela, com os filhos e pouco mais. Isolou-se do mapa das amizades e esqueceu-se dela. E o pior é que eu sinceramente acho que ela ainda nem se apercebeu disso. E que talvez precise dos outros, os que não vivem lá em casa, para viver bem.
Não sou ninguém para a julgar, mas há momentos para tudo, há momentos para todos e há momentos para nós próprias. E um dia, quando a ficha cair, se calhar já é tarde para recuperar tempo perdido. E o tempo é vida.
A minha amiga V. faz anos hoje... e eu não lhe vou ligar para não lhe perturbar algum momento de qualquer coisa. E para não correr o risco também de ouvir do lado de lá "ó amiga, estou a meio de um banho ou de uma mamada ou de uma mudança de fralda ou do sono."
Mas mando-lhe uma sms, que sempre é mais pessoal que o facebook. E se calhar até lhe digo que tenho saudades dela.
(e tenho a certeza que a CF subscreve este post...inteirinho!)
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